Lição 4
16 a 22 de janeiro
O caminho difícil
Sábado à tarde
Ano Bíblico: Gn 48-50
Verso para memorizar: “Esperarei no Senhor, que esconde o Seu rosto da casa de Jacó; a Ele aguardarei” (Is 8:17).
Leituras da semana: Is 7:14-25; Is 8

Certa vez, uma garotinha cega estava empoleirada na janela do quarto andar de um prédio em chamas no Harlem, na cidade de Nova York. Os bombeiros estavam desesperados. O caminhão com a escada para resgate não cabia entre os prédios, e os bombeiros não conseguiam fazer com que a menina pulasse em uma rede que ela, evidentemente, não conseguia enxergar.

“Finalmente, o pai da garotinha chegou e gritou no megafone que havia uma rede e que ela devia pular quando ele desse a ordem. A menina pulou e ficou tão completamente relaxada que não quebrou um osso nem sequer distendeu um músculo na queda de quatro andares. Ela confiava completamente em seu pai, por isso, quando ouviu a voz dele, fez o que ele disse ser o melhor” (Editado por Michael P. Green, 1500 Illustrations for Biblical Preaching. Ada, MI: Baker Books, p. 135).

Da mesma forma, Deus deu evidências poderosas de que Ele desejava o melhor para Seus filhos, mas eles rejeitaram o caminho suave que Ele lhes apresentava; então, em vez disso, Ele teve que falar com eles por meio de um bramido e uma inundação.

Nesta semana, veremos as lições que aprendemos com os erros deles.

Domingo, 17 de janeiro
Ano Bíblico: Êx 1-4
Profecia cumprida (Is 7:14-16)

Em Isaías 7:14-16, “Emanuel” era um sinal relacionado ao dilema de Acaz: antes que o menino tivesse idade para escolher entre os diferentes tipos de comida, seria “desamparada a terra ante cujos dois reis” Acaz tremia de medo (Is 7:16), isto é, os reis da Síria e de Israel do Norte (Is 7:1, 2, 4-9), o que reitera a promessa de que o poder deles seria extinto em breve.

1. Por que Isaías mencionou a manteiga e o mel que o menino comeria? Is 7:15

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As plantações e os campos de Judá seriam destruídos pelos assírios (Is 7:23-25). Portanto, o povo, incluindo o Emanuel do AT, quem quer que ele fosse (Is 7:14, 15), seria forçado a voltar à dieta dos nômades (Is 7:21, 22). Mas, embora fossem pobres, eles teriam o suficiente para sobreviver.

2. Quando foi cumprida a profecia sobre a Síria e o Israel do Norte? 2Rs 15:29, 30; 16:7-9; 1Cr 5:6, 26

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Essa profecia foi dada por volta de 734 a.C. Em resposta ao suborno de Acaz, Tiglate-Pileser III fez o que provavelmente teria feito de toda maneira: destruiu a coalizão do norte, conquistou a Galileia e as regiões da Transjordânia de Israel do Norte, deportou parte da população e transformou os territórios em províncias da Assíria (734-733 a.C.). O restante do povo foi salvo quando Oseias, após assassinar o rei Peca, rendeu-se e prestou tributo. Em 733 e 732 a.C., Tiglate-Pileser III conquistou Damasco. Ele transformou a Síria em províncias assírias. Portanto, em 732 a.C., dois anos depois da profecia de Isaías, a Síria e Israel haviam sido finalmente derrotados, e tudo acabou para os dois reis que haviam ameaçado Acaz.

Logo depois que Salmaneser V substituiu Tiglate-Pileser III, em 727 a.C., Oseias, rei de Israel, cometeu suicídio político ao se rebelar contra a Assíria. Os assírios tomaram Samaria em 722 a.C. e deportaram milhares de israelitas para a Mesopotâmia e para a Média, onde foram absorvidos pelas populações locais e perderam sua identidade (Is 7:8: “dentro de sessenta e cinco anos Efraim [...] deixará de ser povo”). Deus havia predito o que aconteceria com os inimigos de Judá, mas Seu argumento para Acaz era que isso aconteceria de toda maneira, sem que Acaz precisasse confiar na Assíria.

Se você vivesse no Reino do Norte, talvez fosse fácil perder a fé. Como manter a fé para que, em meio às calamidades, permaneçamos firmes? (Veja 1Pe 1:13-25).
Segunda-feira, 18 de janeiro
Ano Bíblico: Êx 5-8
Consequências previstas (Is 7:17-25)

3. Leia Isaías 7:17-25. O que o Senhor disse que aconteceria com a terra? Por que não devemos nos surpreender com esse resultado?

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Convite sobre convite foi enviado ao rebelde Israel para que retornasse à submissão a Jeová. As súplicas dos profetas eram cheias de amor; e quando as apresentavam diante do povo, exortando fervorosamente ao arrependimento e à reforma, suas palavras produziam fruto para a glória de Deus” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 325).

Portanto, para o medroso e incrédulo Acaz, a boa notícia da parte de Deus era que a Síria e Israel seriam exterminados. A má notícia era que a Assíria, o aliado e “amigo” que o rei Acaz havia escolhido para ajudá-lo, acabaria sendo um inimigo muito mais perigoso do que a Síria e Israel tinham sido. Ao recusar a libertação oferecida gratuitamente por Deus, Acaz garantiu a derrota. Se ele pensava que seu mundo estivesse desmoronando naquele momento, as coisas piorariam ainda mais!

“Melhor é buscar refúgio no Senhor do que confiar em príncipes” (Sl 118:9). Como Acaz podia acreditar que Tiglate-Pileser III ficaria satisfeito em tomar as províncias no norte e respeitaria Judá? Os escritos assírios, tais como os anais dos próprios reis assírios, testificam que o desejo deles por poder era insaciável.

4. Leia 2 Reis 16:10-18 e 2 Crônicas 28:20-25. O que Acaz fez no templo de Deus? Por que ele agiu assim? Por que não devemos nos surpreender com essas ações? Que princípio espiritual se revela aqui?

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O texto de 2 Crônicas 28:20-23 resume poderosamente o resultado da atitude de Acaz, que deixou de confiar no Senhor e pediu ajuda à Assíria.

Nossa tendência natural é confiar no que podemos ver, sentir, provar, tocar – isto é, nas coisas deste mundo. No entanto, como sabemos, essas coisas perecem. O que o texto de 2 Coríntios 4:18 nos revela? Essa mensagem faz diferença em nossa vida? Como aplicá-la?
Terça-feira, 19 de janeiro
Ano Bíblico: Êx 9-11
O significado de um nome (Is 8:1-10)

Imagine que você estivesse jogando bola com o segundo filho de Isaías. Quando terminasse de dizer “Maer-Salal-Hás-Baz, jogue a bola para mim”, seria tarde demais. Porém, o significado desse nome era ainda mais longo que o próprio nome: “Rápido-Despojo-Presa-Segura”.

5. O nome do menino tinha a ver com uma rápida conquista. Qual seria o reino conquistador e qual seria conquistado? (Is 8:4). Assinale a alternativa correta:

A.( ) Israel conquistaria a Assíria.
B.( ) A Assíria conquistaria Damasco e Samaria.

Isaías 8:1-10 reforça a mensagem do capítulo 7. Antes que a criança alcançasse certa idade, a Assíria tomaria os despojos de guerra das capitais da Síria e do Israel do Norte. Além disso, visto que Judá havia recusado a mensagem divina de segurança, representada pelas águas que fluíam brandamente de Siloé em Jerusalém, Judá seria dominada pelo forte poder da Assíria, representado pela inundação do grande rio Eufrates.

Como Acaz tinha se voltado para a Assíria, os nomes dos filhos de Isaías se referiam a Judá, bem como ao Israel do Norte: “Rápido-Despojo-Presa-Segura”, mas “Um-Resto-Volverá”. Por que ainda havia esperança? Porque, embora a Assíria inundasse a terra de Emanuel (Is 8:8, NVI), Deus era com eles (Is 8:10). Vemos um tema que permeia o livro de Isaías: ainda que houvesse juízos sobre os inimigos de Deus em Judá e em outras nações, enviados na forma de desastres militares, sofrimento e exílio, o Senhor estaria com os fiéis sobreviventes do Seu povo e os restauraria à sua terra.

6. Por que Isaías declarou que registrou legalmente o nome de seu filho e que teve relações conjugais com sua esposa, “a profetisa”? Is 8:1-3

A precisão temporal do nascimento desse filho era fundamental para o seu significado como sinal. Semelhantemente ao sinal do Emanuel, o período desde a concepção e o nascimento da criança até o momento em que a Assíria derrotaria Israel e a Síria seria menor do que o tempo que o garoto levaria para chamar o pai ou a mãe (Is 8:4). Quando Isaías registrou o nome do menino antes de sua concepção, fez da criança e do nome dela uma profecia que seria provada em eventos subsequentes.

Apesar dos erros de Seu povo, o Senhor estava disposto a salvá-lo. Essa realidade se aplica a nós, especialmente quando falhamos e caímos em nossa vida espiritual?
Quarta-feira, 20 de janeiro
Ano Bíblico: Êx 12, 13
Nada a temer quando tememos a Deus (Is 8:11-15)

Em seu primeiro discurso de posse, o presidente americano Franklin D. Roosevelt disse a uma nação desanimada pela Grande Depressão: “A única coisa que temos a temer é o próprio medo” (Capitólio dos Estados Unidos, em Washington, D.C., 4 de março de 1933). A mensagem de Isaías para o povo deprimido foi: “Não temos nada a temer quando tememos o próprio Deus”.

Deus advertiu Isaías a não temer o que seu povo temia, mas a temê-Lo (Is 8:12, 13). Esse é um tema importante nas Escrituras. Por exemplo, em Apocalipse 14:6-12, três anjos proclamam uma mensagem mundial: “Temei a Deus e dai-Lhe glória”, em vez de temer e dar glória ao poder da besta que emerge da terra descrito no capítulo 13.

7. Em sua opinião, o que significa “temer” a Deus, especialmente à luz do mandamento de amarmos ao Senhor (Mt 22:37)?

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O verdadeiro temor a Deus como santo significa reconhecê-Lo como o poder supremo do Universo. Quer O amemos ou não, esse temor supera qualquer outro medo. Se Ele é por nós, ninguém mais pode nos tocar sem a Sua permissão. Se Ele é contra nós porque nos rebelamos contra Ele, podemos até correr, mas não conseguiremos nos esconder!

8. A ideia de que devemos temer a Deus não contradiz 1 João 4:18? “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.”

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Existem diferentes tipos de temor. Se alguém com poder impressionante é nosso amigo, com quem compartilhamos amor mútuo, não tememos essa pessoa no sentido de pensar que ela possa nos fazer mal. Mas temos uma espécie de temor no sentido de conhecer e respeitar o poder dessa pessoa e os limites do nosso relacionamento.

Sendo cristãos, não devemos amar as coisas do mundo, as coisas que as pessoas do mundo amam (1Jo 2:15). Paralelamente, existem coisas que o mundo teme que nós não devemos temer? Quais são elas e por que não devemos temê-las? Quais coisas o mundo não teme que nós, cristãos, devemos temer? (Veja, por exemplo, Mt 10:28; Jr 10:2, 3).
Quinta-feira, 21 de janeiro
Ano Bíblico: Êx 14, 15
A escuridão dos ingratos mortos-vivos (Is 8:16-22)

9. Qual é o tema de Isaías 8:16-22? O que isso tem a ver com o rei Acaz?

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Acaz estava profundamente envolvido com a religião pagã (2Rs 16:3, 4, 10-15; 2Cr 28:2-4, 23-25), que, por sua vez, possuía forte conexão com o ocultismo (compare com Dt 32:17; eles “sacrificam aos demônios” [1Co 10:20; ARC]). Vários aspectos da feitiçaria moderna têm paralelos marcantes com os rituais antigos do Oriente Próximo, conforme atestados por escritos antigos exteriores à Bíblia. De fato, mesmo muitas práticas da Nova Era de hoje são simplesmente manifestações contemporâneas dessas práticas ocultas antigas.

Isaías descreveu o desespero resultante da confiança em outros espíritos em lugar da confiança no Senhor (Is 8:21, 22). Essa descrição se encaixa bem com o rei Acaz (compare com 2Cr 28:22, 23). Isaías se referiu ao povo que ficaria furioso e amaldiçoaria o seu rei (Is 8:21). Isso iria advertir Acaz de que, por causa de sua influência em levar o povo ao ocultismo, as pessoas o amaldiçoariam. Na verdade, quando Acaz morreu, seu sepultamento foi uma exceção devido à falta de respeito que o povo tinha por ele: “E o sepultaram na cidade, em Jerusalém, porém não o puseram nos sepulcros dos reis de Israel” (2Cr 28:27).

10. O que esses textos revelam sobre o ocultismo? (Lv 20:27; Dt 18:9-14). Assinale a alternativa correta:

A.( ) As práticas ocultas são abominações ao Senhor.

B.( ) O ocultismo pode ter um aspecto benéfico.

O afastamento do ocultismo é uma questão de lealdade para com Deus. 1 Crônicas 10:13, 14 aplica esse princípio ao caso do rei Saul: “Assim, Saul morreu por causa da transgressão cometida contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, que ele não tinha guardado; e também porque consultou uma médium e não ao Senhor, que, por isso, o matou e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé”.

Analise a sua vida e as influências ao seu redor. De que maneiras sutis você está exposto aos princípios por trás do ocultismo e das várias manifestações do espiritismo? O que pode fazer para minimizar a influência desses princípios sobre você e sua família?
Sexta-feira, 22 de janeiro
Ano Bíblico: Êx 16, 17
Estudo adicional

Texto de Ellen G. White: O Grande Conflito, p. 551-562 (“Vozes do além”).

“Nos dias dos hebreus, havia uma classe de pessoas que, assim como os espíritas de hoje, diziam manter comunicação com os mortos. Mas a Bíblia declara que esses ‘espíritos familiares’, como eram chamados os visitantes de outros mundos, eram ‘espíritos de demônios’ (ver Nm 25:1-3; Sl 106:28; 1Co 10:20; Ap 16:14). O contato com os espíritos familiares foi denunciado como abominação ao Senhor e foi solenemente proibido sob pena de morte (Lv 19:31; 20:27). O próprio nome ‘feitiçaria’ é desprezado hoje. A ideia de que os seres humanos podem estabelecer comunicação com os espíritos maus é considerada uma lenda da Idade Média. Porém o espiritismo, esse grande engano que conta com centenas de milhares ou milhões de adeptos, que entrou nos centros científicos, invadiu igrejas e foi aceito nas corporações legislativas e mesmo nas cortes reais, é nada menos que o reaparecimento, sob novo disfarce, da feitiçaria condenada e proibida na antiguidade” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 556).

Perguntas para consideração

1. Como o espiritismo aparece em filmes, livros, TV e cultura popular? Como advertir as pessoas dos perigos daquilo que, para tantos, parece apenas uma distração inofensiva? Uma compreensão apropriada da condição dos mortos é importante para nos protegermos desses enganos?

2. Reescreva Isaías 8:20 com suas próprias palavras. Permita que pessoas diferentes da sua unidade leiam suas versões em voz alta. O que o Senhor nos revela nesse texto?

3. Reflita sobre a ideia de amar e temer a Deus ao mesmo tempo. Em que aspecto nosso amor advém desse temor? Ou o nosso temor é proveniente do nosso amor? Discuta.

Resumo: Por meio das ações e da família de Isaías, bem como de suas palavras, Deus reforçou a mensagem de advertência e esperança: o único caminho seguro é crer que Deus sabe o que está fazendo. Ele tem amor e poder para guiar, proteger e sustentar aqueles que O permitem. Para aqueles que recorrem a outros poderes, há apenas escuridão.

Respostas e atividades da semana: 1. Para mostrar os cuidados de Deus para com o povo, pois, embora a terra fosse devastada, eles teriam o necessário para o sustento. 2. Aproximadamente em 732 a.C., com o assassinato do rei Peca e a conquista de Damasco. 3. A terra seria coberta de abelhas e moscas, espinhos e abrolhos. 4. Acaz substituiu o altar do Senhor por outro altar idólatra e mandou que nele fossem oferecidos sacrifícios. 5. B. 6. Para que a criança, concebida posteriormente ao registro do nome, fosse compreendida como uma profecia. 7. Significa ­respeitá-Lo e reverenciá-Lo, e não necessariamente ter medo Dele. 8. Não, pois temer a Deus é respeitá-Lo e ­reconhecê-Lo como o poder supremo do Universo. 9. É uma repreensão ao povo por confiar nos conselhos dos necromantes e adivinhos. Eles deveriam consultar somente a Deus e ao Seu testemunho nas Escrituras. Isso se relaciona com o rei Acaz, pois ele estava envolvido com o culto e adoração pagãos. 10. A.

Resumo da Lição 4
O caminho difícil

Foco do estudo: Isaías 7; 8

Esboço

Isaías 7 e 8 formam uma unidade sobre o juízo contra Judá (incluindo a Síria e Israel). A última parte de Isaías 7 (v. 17-23) trata dos inimigos da nação de Judá. Ali se vê os pequenos seres viventes, a mosca e a abelha, símbolos das nações estrangeiras e também instrumentos divinamente designados na futura destruição do povo de Deus. Esses capítulos também testificam que Deus enviou muitos sinais a Judá sobre seu juízo iminente; por exemplo, o nome do filho de Isaías. Deus pede a Isaías que escreva a expressão Maher-Shalal-Hash-Baz, o nome do filho de Isaías, como um pronunciamento claro dos eventos futuros. A primeira parte do capítulo 8 mostra que a Síria, Israel e Judá sofrerão por causa do rei da Assíria. Especificamente, Judá confiava no grande poder da Assíria naquela época, em vez de depender de Deus, de modo que a era das trevas, da mesma forma, viria para eles. Este estudo está dividido em três seções, intituladas: (1) Os inimigos estão chegando, (2) A nação amiga vem para Judá e (3) Confie no Deus santo.

Comentário

Os inimigos estão chegando

Isaías 7:17-25 traz uma profecia contra Jerusalém. Essa cena de juízo é apresentada por causa da relutância do rei de Judá em confiar na libertação vinda do Senhor, pois o país enfrentava um ataque dos exércitos sírio e israelita. Deus falou por meio do profeta Isaías, exortando o rei a não ter medo de Rezim e Peca por muitas razões, e que os planos deles não seriam concretizados (Is 7:5-7), pelo contrário, seus reinos seriam desamparados (Is 7:16). No entanto, pareceu que o rei de Judá não estava disposto a confiar ao Senhor os grandes desafios que estava enfrentando. Está registrado em 2 Reis 16:7 que “Acaz enviou mensageiros a Tiglate-Pileser, rei da Assíria, dizendo: – Eu sou seu servo e seu filho. Venha me livrar do poder do rei da Síria e do poder do rei de Israel, que se levantam contra mim”. Assim, o Senhor julgou o reino de Judá. O Senhor permitiu que Judá experimentasse algo que não acontecia há anos: “O Senhor fará vir sobre você, sobre o seu povo e sobre a casa de seu pai dias tais como nunca houve, desde o dia em que Efraim se separou de Judá; ele fará vir o rei da Assíria” (Is 7:17).

Algumas nações perseguiam Judá nessa época, entre elas Síria, Israel (Is 7:1), Egito e predominantemente a Assíria (Is 7:18). Os edomitas e os filisteus (2Cr 28:17, 18) também se uniram contra Judá. Ao contrário de Daniel, o profeta Isaías não usou bestas terríveis para representar os poderes que atacariam Judá; ao contrário, eles foram simbolizados por moscas e abelhas (Is 7:18). Outros escritores bíblicos usam esses elementos para representar inimigos do povo de Deus (Dt 1:44, Sl 118:12). Isaías 7:20 oferece outra descrição vívida: “Naquele dia o Senhor utilizará uma navalha alugada de além do Eufrates, o rei da Assíria, para rapar a sua cabeça e os pelos de suas pernas e da sua barba” (NVI). Os opressores humilhavam seus prisioneiros de guerra raspando-lhes os cabelos. A referência ao cabelo da cabeça e das pernas pode expressar a totalidade da devastação (Willem A. VanGemeren, ed., New International Dictionary of Old Testament Theology and Exegesis [Novo Dicionário Internacional de Teologia e Exegese do Antigo Testamento]. Grand Rapids, MI: Zondervan Publishing House, 1997, v. 1, p. 866). A descrição anterior é ampliada para retratar uma completa desolação na terra: “Também, naquele dia, todo lugar em que houver mil videiras, no valor de mil moedas de prata, será tomado por espinheiros e ervas daninhas. Com flechas e arco se entrará aí, porque os espinheiros e as ervas daninhas cobrirão toda a terra” (Is 7:23, 24).

A nação amiga vem para Judá

Isaías 8 é uma extensão da profecia de Isaías 7. O juízo contra Judá é referido nessa passagem, juntamente com outros elementos. O anúncio começa com o nome hebraico singular que o filho de Isaías recebe: Mah?r Š?l?l ??š Baz. Comumente, foi traduzido como “Rápido-Despojo-Presa-Segura” (Is 8:1). A criança representava um aviso à nação (compare com Is 8:18) das previsões divinas para os inimigos às portas de Judá e para a própria Judá, a próxima vítima da Assíria (Is 8:4, 8; compare com Is 7:17).

Em relação à Síria e Israel, é profetizado mais uma vez: “Antes que o menino saiba dizer ‘papai’ ou ‘mamãe’ as riquezas de Damasco e os despojos de Samaria serão levados ao rei da Assíria” (Is 8:4). Os versos a seguir dão outros detalhes sobre esses eventos: “Eis que o Senhor fará vir sobre eles as águas do Eufrates, fortes e impetuosas, isto é, o rei da Assíria com toda a sua glória. Essas águas encherão o leito dos rios e transbordarão por todas as suas ribanceiras” (Is 8:7). Seguindo esse verso, o profeta aponta a próxima vítima das forças assírias: “Inundarão Judá cobrindo tudo até o pescoço. Seus braços abertos se espalharão por toda a tua terra, ó Emanuel” (Is 8:8).

Mesmo depois desses pronunciamentos, 2 Reis 16 diz que o rei de Judá ainda preferiu confiar na soberania assíria: “Acaz enviou mensageiros a Tiglate-Pileser, rei da Assíria, dizendo: – Eu sou seu servo e seu filho. Venha me livrar do poder do rei da Síria e do poder do rei de Israel, que se levantam contra mim” (2Rs 16:7). Para conseguir o apoio da Assíria, Acaz enviou uma parte dos tesouros de seu reinado (2Rs 16:8).  Depois disso, a profecia é cumprida. A Síria é derrotada pelos assírios (2Rs 16:9). O cumprimento da profecia em relação a Judá é declarado em 2Cr 28:20, 21: “Quando chegou Tiglate-Pileser, rei da Assíria, causou-lhe problemas em vez de ajudá-lo. Acaz apanhou algumas coisas do templo do Senhor, do palácio real e dos líderes e ofereceu-as ao rei da Assíria, mas isso não adiantou”.

Confie no Deus santo

Em 2 Crônicas há certos detalhes que podem contribuir com mais informações para nosso estudo. Isaías 8 apresenta um pronunciamento profético claro em relação aos inimigos de Judá na época. É uma mensagem vívida no nome do filho de Isaías. Provavelmente, o rei (como muitos em Judá) pensou que o pronunciamento profético da futura destruição de Judá faria parte das “notícias falsas” da época. Isaías 8:12 diz: “Não chamem conspiração a tudo o que este povo chama conspiração”. A Bíblia nos diz que o rei não se voltou para o Senhor: “No tempo da sua angústia, foi ainda mais infiel ao Senhor; ele mesmo, o rei Acaz” (2Cr 28:22).

O registro bíblico descreve algumas de suas ações: “Ofereceu sacrifícios aos deuses de Damasco, que o derrotaram, pois pensava: ‘Visto que os deuses dos reis da Síria os ajudam, eu lhes oferecerei sacrifícios para que ajudem a mim também.’ Porém eles foram a sua ruína e a de todo o Israel. Acaz ajuntou os utensílios da Casa de Deus, os quebrou em pedaços e fechou os portões da Casa do Senhor; e fez para si altares em todos os cantos de Jerusalém. Em cada cidade de Judá construiu lugares altos para queimar incenso a outros deuses e assim provocou à ira o Senhor, Deus de seus pais” (2Cr 28:23-25).

Na última parte desta seção, o Senhor exortou Seus fiéis naquele tempo: “Não temam aquilo que o povo teme, nem fiquem apavorados. Ao Senhor dos Exércitos, a Ele vocês devem santificar. É a Ele que devem temer; é dele que devem ter pavor. Ele será um santuário para vocês” (Is 8:12-14). Na época de Acaz, o santuário foi profanado e, entre outros atos, ele ‘fechou os portões da Casa do SENHOR” (2Cr 28:23, 24). Portanto, nesse momento crítico, o Senhor seria um Santuário para eles, o centro de santidade para alguns, mas seria “pedra de tropeço e rocha de ofensa” para outros (Is 8:14).

A esse respeito, Ellen G. White escreveu: “Entretanto, em Judá viviam alguns que mantiveram sua obediência a Jeová, recusando com firmeza serem levados à idolatria. Era para esses que Isaías, Miqueias e seus associados olhavam com esperança ao verem a ruína causada durante os últimos anos de Acaz. O santuário fora fechado, mas àqueles fiéis foi assegurado: ‘Deus está conosco’ (Is 8:10). “Ao Senhor dos Exércitos, a Ele vocês devem santificar; é a Ele que devem temer; é dele que devem ter pavor. Ele será um santuário para vocês’” (Is 8:10, 13, 14; Profetas e Reis, p. 330).

Aplicação para a vida

1. Aprendemos que o rei Acaz preferiu confiar em uma aliança com a Assíria, em vez de descansar nas promessas divinas. Para o ser humano, é fácil confiar na intervenção humana em vez de colocar sua fé na atuação de Deus. Por que às vezes, em tempos de crise, é difícil acreditar nas promessas do Senhor? Medite, como parte de sua resposta, em 2 Crônicas 28:22: “No tempo da sua angústia, foi ainda mais infiel ao Senhor”.

2. Em Isaías 8, o profeta anuncia a destruição de Judá. Essa notícia antecipada poderia ter sido dada ao povo para movê-lo a buscar a ajuda de Deus; o inimigo não seria capaz de destruí-los se eles buscassem a proteção divina. Eles precisavam temer o Senhor, seu Deus, mais do que o rei da Assíria. O que você sente quando recebe alguma advertência? De que maneira isso o ajudou?

3. Em 2 Crônicas 28:19 está escrito: “O Senhor humilhou Judá por causa do rei Acaz, porque este havia permitido que Judá caísse em imoralidade e foi completamente infiel ao Senhor”. De que maneira o comportamento de uma pessoa pode trazer devastação para outras? Que lição podemos aprender de Isaías 8:18: “Eis-me aqui, com os filhos que o Senhor me deu, como sinais e maravilhas em Israel da parte do Senhor dos Exércitos”?

Amiga de Deus


Quando Masha tinha cinco anos, a irmã mais velha foi batizada na cidade siberiana de Novokuznetsk, Rússia. Masha assistiu atenciosamente enquanto a irmã era mergulhada na água do tanque batismal. Ela ouviu o pastor e outros membros da igreja depois da cerimônia, e achou o batismo um evento maravilhoso. Durante um ano, pensou sobre isso. Quando completou seis anos, concluiu que estava com uma idade adequada para ser batizada.

“Quero ser batizada”, disse para a mãe. Porém, começou a pensar melhor. Talvez seis anos fosse uma idade muito prematura para ser batizada. Dez parecia uma idade mais adequada. Masha decidiu esperar completar dez anos. Os anos se passaram. Enquanto seu décimo aniversário se aproximava, Masha se lembrou de sua decisão e se foi ao pastor da igreja, pedindo para ser batizada.

O pastor ficou muito feliz com sua decisão e a convidou para fazer parte da classe batismal com oito crianças mais velhas. A classe era muito interessante. Mas, depois de um ano, quando Masha completou onze anos, o pastor foi transferido para outra igreja. O novo pastor não quis batizá-la. “Desculpe-me, você é muito jovem”, ele disse. Masha ficou muito decepcionada. Por algum tempo, ela não quis conversar com o novo pastor.

Quando completou doze anos, decidiu perguntar se poderia ser batizada. O pastor concordou e a convidou para participar da classe batismal. Masha frequentou a classe por quatro meses. Mas, por algum motivo, a classe não parecida tão interessante. Ela só conseguia pensar sobre o tempo que desejava o batismo e como o pastor recusou seu pedido. Ela saiu da classe batismal e resolveu deixar a igreja. Fora da igreja, Masha não gostava da sua escola e nova vida. Ela não tinha muitos amigos. O futuro parecia monótono.

Um dia, a mãe perguntou se ela gostaria de ir à Escola Cristã Zaoksky, um internato adventista. Masha queria um novo começo com novas pessoas, por isso, aceitou a sugestão. Durante o verão, antes do início das aulas, Masha participou de um acampamento onde foi batizada. Naquele acampamento, percebeu que era a única adolescente que não era batizada. Ela estava com 16 anos, mas a vida não mudou após o batismo. Ela parecia a mesma pessoa.

As primeiras semanas na escola foram solitárias. Masha não sabia como fazer amigos. Ela se sentia triste. Um aluno da Universidade de Zaoksky, que estava no mesmo campus, percebeu sua solidão e fez amizade com ela. “Deus conhece nossas necessidades”, ele disse. “Ele está perto de nós e podemos conversar com Ele como um amigo.” Masha não tinha muitos amigos íntimos e decidiu conversar com o Pai. Ela encontrou um lugar tranquilo e abriu o coração a Deus.

“Perdoe-me por não conversar contigo por tanto tempo”, disse, chorando. “Perdoe-me por não conhecê-Lo. Estava errada ao ficar brava com o pastor que não quis me batizar.” A paz inundou o seu coração enquanto orava. Pela primeira vez na vida, sentiu que Deus estava ao seu lado. A partir daquele momento, sua vida foi transformada. “Antes eu desejava ter amigos”, conta. “Mas agora tenho um Amigo com quem posso conversar a qualquer momento, não preciso vê-Lo para conversarmos.”

Parte da oferta do trimestre ajudará a Escola Cristã de Zaoksky a construir uma escola no campus da Universidade Adventista de Zaoksky. Por enquanto, a escola utiliza emprestadas as salas da universidade.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina – 1º Trimestre de 2021
Tema Geral: Isaías: consolo para o povo de Deus
Lição 4 – 16 a 23 de janeiro de 2021

O caminho difícil

Autor: Sérgio Monteiro
Editoração: André Oliveira Santos: andre.oliveira@cpb.com.br
Revisora: Josiéli Nóbrega

Na semana passada, estudamos o chamado texto de Emanuel, no qual Deus apresenta a Judá um sinal de Sua presença futura, que deveria lhes manter a esperança durante os tempos difíceis da aliança siro-israelita. Nesta semana, seguimos estudando o capítulo 7 de Isaías, junto com o capítulo 8, entendendo mais aspectos da infidelidade de Judá e do contexto de temor e degradação espiritual e moral do povo.

Comer manteiga e mel

O verso 15 apresenta duas características intrigantes de Emanuel. Primeiro, Ele comeria manteiga e mel. Esses alimentos podem ser vistos de duas formas paradoxais: (1) representam a falta de alimento pela qual o povo de Acaz passaria em decorrência da invasão sírio-israelita, retornando a uma dieta de nômades (Is 7:21, 22); ou (2) representam o alimento real em textos do oriente próximo, sendo símbolo de fartura real. À primeira vista pode parecer apenas um detalhe, mas a correta identificação do significado desses alimentos pode nos auxiliar a entender quem é Emanuel.

Se a primeira intepretação é correta, ela situaria Emanuel nos tempos de Acaz. Novamente, como vimos na lição passada, essa posição apresenta problemas textuais, mesmo quando apenas a entendemos como uma alternativa tipológica para o Emanuel-Messias. Ademais, mesmo nos versos 21 e 22, parece que, em vez de encontrarmos uma referência apenas à escassez, temos uma referência à abundância de mel e manteiga. Se é verdade que a terra não produzirá, o alimento não faltará. Por isso, é mais provável que a interpretação mais condizente com o texto seja a que toma manteiga e mel como elementos que indicam a realeza de Emanuel, bem como uma referência à Sua simplicidade. A ênfase profética, portanto, não estaria nos alimentos em si, mas em seu símbolo na relação com Emanuel: Ele seria um Rei.

Conhecer o mal e o bem

A referência a conhecer e escolher entre o bem e o mal, no verso 15, não precisa necessariamente ser vista como uma profecia indicando que Emanuel teria que fazer escolhas morais, do bem sobre o mal. A expressão pode ser apenas uma referência à ocasião em que se atinge a idade de responsabilidade. Por isso, o texto pode apenas estar dizendo que o menino do verso 14, ao atingir a idade da maioridade, dentro da cultura judaica, comeria manteiga e mel. Na interpretação tradicional do texto, isso pode ser uma alusão, como referência ao reconhecimento da realeza do menino nos tempos de Sua passagem para a maioridade.

Consequências

Uma das intepretações do capítulo entende que o verso 16 parece apresentar uma mudança de foco. Não está mais em vista a continuidade da nação em tempos muito adiante, mas o futuro imediato. O menino do verso 16 não é mais o Emanuel, mas o jovem filho de Isaías que o acompanhava, de acordo com o verso 3: Shear-Jasub. Não sabemos absolutamente mais nada quanto a esse primeiro filho de Isaías, exceto que ele estava presente no confronto com Acaz. E isso não pode ser acidental. A presença de Shear-Jasub serve de contraste com a não presença de Emanuel, acentuando a continuidade do reino de Israel, tanto imediata, com a imagem do garoto, filho de Isaías, e futura, com o vindouro Rei, Emanuel.

De ambos é dito que conheceriam e rejeitariam o bem e o mal. Como vimos, essa frase pode ser entendida somente no sentido de atingir a idade de escolhas, ou de responsabilidades. Pouco tempo após esse encontro, a união siro-israelita foi desfeita pelo ataque impetuoso de Tiglate-Pileser III, vindo em apoio de Acaz, conforme ele havia pedido (1Rs 16). No entanto, em lugar de trazer paz, sua chegada trouxe problemas para Acaz, conforme a narrativa de 2 Crônicas 28. Judá não se ergueu, contemplou o fim de Damasco e Samaria, mas entrou em uma posição de completa vassalagem à Assíria. É essa a situação em que o capítulo 7 termina e o capítulo 8 inicia.

O capítulo 8 nos apresenta mais uma criança, cujo nome carrega significado profético: Maer-Salal-Has-Baz, cujo significado é “Rápido-Despojo-Presa-Segura”, em uma alusão à continuidade da crise, mas também ao fim de Damaso e Samaria. É como uma repetição da profecia do capítulo 7, cuja ampliação atinge seu ápice no capítulo 9. Cada criança apresentada nessas profecias tem por objetivo representar a certeza de continuidade (1) do povo de Deus, e (2) da dinastia davídica.

Esquematicamente, podemos enxergar cada criança como sinal da presença de Deus imediatamente (Is 7:3, 16: Shear-Jeasub), a médio prazo (Is 8:1-10: Maer-Salal-Has-Baz), e a longo prazo (Is 7:14; 9:5, 6: Emanuel). Por essa tríplice promessa, o Eterno assegurou ao povo de Judá que Ele não os havia abandonado e não os abandonaria.

Não obstante, a situação de Judá ainda era desesperadora, não apenas pelo contexto externo de guerra, mas pelos problemas éticos internos. Primeiro, Judá temia seus adversários, mas não seu Deus. Ao contrário, demonstravam desrespeito por Ele e falta de confiança Nele. Temer a Deus é, ao contrário, uma exigência natural do relacionamento entre criaturas e Criador. Ele é infinitamente poderoso e Sua presença deve produzir temor. Não apenas como respeito e reverência, mas medo e pavor, cuja existência será completamente dissipada pelo Amor que advém Dele mesmo. Por isso, não há contradição entre temor absoluto e amor absoluto quando o referencial é o mesmo: Deus como fonte de ambos os sentimentos.

Segundo, Judá seguia em um caminho de afastamento de Deus, com efeitos práticos. Como não mais confiavam na voz de Deus, através dos profetas, buscavam conselhos em necromancia, consulta a espíritos. Isso era confuso, porque queriam saber do futuro, mas não queriam se submeter Àquele que conhece o futuro e que Se dispôs a contar-lhes como seria e que estava pronto a estar com eles. Por isso, o futuro imediato era de maldição sobre a terra e sobre o povo, deixando-os sem as bênçãos necessárias para a colheita, e o resultado era angústia. Mas não seria para sempre.

Conheça o autor dos comentários para este trimestre: O Pr. Sérgio Monteiro é casado com Olga Bouchard de Monteiro. É pai de Natassjia Bouchard Monteiro e Marcos Bouchard Monteiro. É Bacharel em Teologia, Mestre em Teologia Bíblica cursa doutorado em Bíblia Hebraica. É pastor na Escola do Pensar e no Instituto de Estudos Judaicos Feodor Meyer. É membro da Adventist Theological Society, International Association for the Old Testament Studies e Associação dos Biblistas Brasileiros.