Terça-feira
06 de janeiro
ENFRENTANDO MINHAS MONTANHAS DE MEDO
Se, porém, algum de vocês necessita de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá com generosidade e sem reprovações, e ela lhe será concedida. Tiago 1:5

O medo me assaltou, recentemente, por um motivo tolo. Depois de um intervalo de sete anos, eu estava novamente trabalhando em período integral como professora de inglês para o ensino superior; porém, não era a função que estava me deixando com medo, mas a tecnologia. Alguns dos momentos mais desafiadores do semestre aconteceram enquanto eu tentava criar documentos no Google Docs, assinaturas de e-mails e reduzir ou escanear arquivos com fotos. Para ser embaraçosamente honesta, essas e outras atividades aparentemente simples faziam com que eu ficasse em prantos. Por quê?

Digamos que, para mim, tecnologia é uma daquelas “montanhas de medo” que todas temos. Essas montanhas são um tanto quanto superáveis, mas nos rendemos ao medo e, assim, ficamos dominadas. Em vez de simplesmente pedir ajuda ou fazer uma pequena pesquisa, ficamos im-
potentes e desesperadas. Choramos e afirmamos: – Nunca vou conseguir escalar essa montanha! – Quanta energia desperdiçada!

Eu já desperdicei muita energia reclamando e chorando. Embora, às vezes, a montanha realmente seja desafiadora e chorar ou passar por sessões de terapia seja o que precisamos, em geral, existem usos melhores para essa energia toda.

O primeiro e mais importante é a oração. Quando o medo nos domina, Deus é sempre uma audiência adequada, e chorar para Ele é sempre uma primeira boa resposta. Um segundo uso para toda essa energia é a pesquisa. No decorrer desse último ano, observei alunos se transformarem de questionadores desnorteados a indivíduos bem-informados, a partir de suas pesquisas. Pesquisar não é uma habilidade reservada somente para a faculdade, mas para a vida.

Não importa quais sejam nossas montanhas de medo, saber a quem perguntar já resolve metade dos problemas. Podemos começar pedindo sabedoria a Deus; também podemos pedir que Ele nos dirija às pessoas ou às informações certas. A segunda metade dos problemas se resolve
colocando em prática o que aprendemos.

Qual é o primeiro passo que você pode dar hoje para começar a escalada de suas próprias “montanhas de medo”?

Lindsey Gendke