O centro da glória de Babilônia era a torre Etemenanki, conhecida como “o templo da criação do céu e da terra”, com uma base quadrada de 90 metros de largura e mais de 90 metros de altura. Na Antiguidade, apenas as duas grandes pirâmides de Gizé a superavam em altura. É provável que tenha sido construída no local da antiga torre de Babel. Sua estrutura de tijolos tinha sete níveis, sendo o menor e mais elevado um santuário dedicado a Marduque.
Os palácios de Babilônia exibiam um luxo extraordinário, tanto em número quanto em tamanho. Durante seus 43 anos de reinado, Nabucodonosor construiu três grandes palácios, incluindo o Palácio de Verão e o Palácio Central, localizado fora do muro norte da cidade interior. Esse imenso edifício, encontrado em ruínas pelos arqueólogos, possuía uma parte que servia como “museu de antiguidades”, reunindo estátuas, inscrições e troféus de guerra para que “os homens os contemplassem”, como dizia uma das inscrições de Nabucodonosor.
O Palácio do Sul ficava no canto noroeste da Cidade Interior e incluía, além de outros edifícios, os famosos Jardins Suspensos, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Um grande edifício em forma de terraço era coroado por um jardim no topo, irrigado por um sistema de tubulações que bombeava água até os níveis superiores. Nabucodonosor construiu essa impressionante estrutura para sua esposa, de origem meda, como uma tentativa de recriar as colinas arborizadas de sua terra natal.
A grandeza de Babilônia é indescritível. No entanto, Deus reduziu a cidade a pó por causa do seu orgulho e rebeldia. Essa lição também serve para nós. Quando Jesus está ausente do coração, o orgulho e o egoísmo governam a vida, e o lema passa a ser: “Primeiro eu, depois eu e, no fim, eu.” O ser humano é incapaz de vencer o orgulho sozinho. Precisamos de um poder sobrenatural. Por que não convidar o Espírito Santo para transformar sua vida hoje? Ele é especialista em transformar o coração de pedra em um coração humilde e santificado.