Em 1847, o doutor James Simpson, da Escócia, descobriu que o clorofórmio poderia ser usado como anestésico, permitindo que os pacientes suportassem cirurgias sem dor. Muitos médicos reconheceram que esse foi um grande avanço na medicina da época.
Anos depois, em uma palestra na Universidade de Edimburgo, um aluno perguntou para Simpson qual foi sua descoberta mais valiosa. Embora todos esperassem que ele mencionasse o clorofórmio, ele respondeu: “Minha descoberta mais valiosa foi saber que sou pecador e que Jesus Cristo é meu Salvador.”
Essa atitude de humildade promove o crescimento cristão, enquanto o orgulho impede e até destrói o desenvolvimento espiritual. A parábola do fariseu e do publicano nos ensina isso. O Comentário Bíblico Adventista, referindo-se a Lucas 18:8, diz: “O conceito farisaico e legalista de justiça operava com base na premissa de que a salvação deve ser merecida por meio da observância de determinado padrão de conduta. Esses líderes religiosos davam pouca ou nenhuma atenção à devoção necessária a Deus e à transformação dos motivos e objetivos de vida do ser humano” (v. 5, p. 933).
Quão orgulhoso estava o fariseu de suas ações! O vento gelado do orgulho o envolvia enquanto ele estava lá, sozinho, no monte da justiça própria. Sozinho, porque o orgulhoso acredita que não precisa de Deus. Ao contrário do doutor Simpson, o fariseu ainda não havia feito a descoberta mais importante e valiosa da vida: que ele era pecador e que Jesus é o único Salvador. O Comentário Bíblico Adventista acrescenta: “[O fariseu] era agradecido por cumprir com rigidez a letra da lei, mediante esforço diligente, mas parecia absolutamente ignorante do espírito que deve acompanhar a obediência verdadeira, a fim de torná-la aceitável diante de Deus” (v. 5, p. 934).
Você já reconheceu sua condição de pecador? Por mais estranho que pareça, muitos ainda não fizeram a descoberta mais valiosa da vida. Eu oro para que, neste dia, você perceba a necessidade que tem de Jesus, o único Salvador.