“‘Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o grande e primeiro mandamento” (Mt 22:37, 38). Os primeiros quatro mandamentos não nos permitem separar de Deus as afeições. Não é permitido nada que afaste ou divida nosso supremo deleite Nele. O que quer que afaste nossas afeições e elimine da mente o supremo amor por Deus assume a forma de um ídolo. Nosso coração carnal se apega aos nossos ídolos e busca levá-los junto, mas não poderemos avançar até que nos livremos deles, pois eles nos separam de Deus (T1, p. 264 [289]).
Se pensássemos em Deus tantas vezes quantas percebemos as evidências de Seu cuidado por nós, O teríamos sempre em nossos pensamentos e nos deleitaríamos em falar Dele e em louvá-Lo. Falamos de coisas materiais porque nisso temos interesse. Falamos de nossos amigos, pois os amamos; com eles partilhamos nossas alegrias e tristezas. Temos, no entanto, razões muito maiores para amar mais a Deus do que os nossos amigos terrestres. Deveria ser a coisa mais natural do mundo fazer Dele o primeiro em todos os nossos pensamentos, falar de Sua bondade e contar aos outros de Seu poder (CC, p. 65 [102]).