O Céu é um lugar de alegria. Ressoa com o louvor Àquele que fez tão maravilhoso sacrifício pela redenção da raça humana. Será que a igreja na Terra não deve ser também um lugar feliz? Não devem os cristãos proclamar, pelo mundo inteiro, o prazer de servir a Cristo? Os que tiverem que se unir com o coro angelical, lá no Céu, em suas antífonas de louvor, devem aprender aqui na Terra o cântico celestial, cuja nota tônica é a ação de graças (T7, p. 197, 198 [244]).
Tudo no Céu é nobre e elevado. Todos procuram o interesse e a felicidade dos outros. Ninguém se dedica ao cuidado de si mesmo. A alegria principal de todos os seres santos é presenciar a alegria e felicidade dos que lhes estão ao redor (T2, p. 202 [239]).
Não há ali dissonância nem discórdia. Tudo é saúde, felicidade e alegria (T2, p. 71 [81]).
“Qual de vocês é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? E, quando a encontra, põe-na sobre os ombros, cheio de alegria. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: ‘Alegrem-se comigo, porque já achei a minha ovelha perdida’” (Lc 15:4-6).