Quarta-feira
14 de janeiro
Que é o homem?
Quando contemplo os Teus céus, obra dos Teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, para que dele Te lembres? E o filho do homem, para que o visites? Salmo 8:3, 4

Quando o salmista Davi contemplou a grandeza de Deus, manifestada nas obras de Suas mãos, e a comparou com o ser humano, não pôde deixar de exclamar: “Que é o homem, para que dele Te lembres?”

Nem mesmo o melhor e o maior dos homens é digno de que Deus pense nele. Por exemplo, Isaac Newton foi um dos maiores cientistas que já viveu neste mundo. Um de seus biógrafos, Richard Westfall, escreveu: “Quanto mais eu o estudava, mais Newton se afastava de mim. Tive o privilégio, em várias ocasiões, de conhecer homens brilhantes, intelectualmente superiores a mim. No entanto, nunca encontrei ninguém com quem eu não estivesse disposto a comparar, de modo que fosse razoável dizer que minha capacidade era a metade, um terço ou um quarto da capacidade da pessoa em questão, mas, em todos os casos, uma fração finita. O resultado final de meu estudo de Newton me convenceu de que não há comparação com ele. Ele se tornou para mim um ser completamente diferente, um dos poucos gênios supremos que moldaram as categorias do intelecto humano, um homem que, no final das contas, não pode ser reduzido aos critérios pelos quais comparamos nossos semelhantes.”

Newton criou uma base física para o Universo descrito por Copérnico e a expressou em sua obra-prima, intitulada Principia. Aqueles que conseguem compreendê-la afirmam que esse livro é tão perfeito que, por mais de dois séculos, a humanidade o considerou quase como uma revelação divina. Diz-se que um de seus contemporâneos, ao receber uma cópia desse livro, perguntou a respeito de Newton: “Ele come, bebe e dorme como os outros homens?”

Apesar da grandeza desse gênio, ainda podemos perguntar: “Que é o homem, para que dele Te lembres?” Ao refletirmos sobre isso, podemos apreciar o sacrifício supremo que Jesus Cristo fez. Embora o ser humano seja um átomo minúsculo neste vasto Universo, Deus enviou Seu Filho para nos mostrar Seu grande e inesgotável amor, que contrasta com a natureza humana finita. Você não acha que vale a pena aceitá-Lo como Senhor e Salvador?