Terça-feira
20 de janeiro
Um erro fatal
Hoje coloco diante de vocês a vida e o bem, a morte e o mal. Se guardarem o mandamento que hoje lhes ordeno, que amem o Senhor, seu Deus, andem nos Seus caminhos e guardem os Seus mandamentos, [...] então vocês viverão e se multiplicarão, e o Senhor, seu Deus, os abençoará. Deuteronômio 30:15, 16

É provável que os dois textos anteriores sobre Todd Marinovich tenham incomodado você com perguntas difíceis de responder. Por que Todd, que tinha um futuro teoricamente brilhante, fracassou de maneira trágica? Por que se tornou escravo das drogas, apesar de ter sido criado com uma nutrição ideal? Qual foi o erro fatal?

A resposta certamente é complexa, mas acredito que um fator importante foi o fato de Todd nunca ter tido a oportunidade de decidir se queria ser um astro. Esse era, na verdade, o desejo de seu pai. O artigo que mencionei ontem traz informações valiosas sobre isso. Marc Marinovich começou a treinar seu filho quando ele ainda estava no berço. Aos três anos, Todd já arremessava e chutava a bola com ambas as mãos, treinava e levantava pesos. Aos quatro anos, Todd correu cerca de 6,5 quilômetros na praia em apenas 32 minutos!

Ele foi treinado desde criança para suportar a dor. Mais tarde, venceu um jogo arremessando com o polegar quebrado. No segundo ano do ensino médio, sua rotina semanal de treinamento era intensa: quatro dias levantando pesos, três dias correndo e fazendo trabalhos mais leves, além de sessões com vários treinadores e duas horas por dia arremessando beisebol. Seu pai era obsessivo e inflexível, desejando para Todd o que ele não conseguira alcançar. No entanto, ninguém pode decidir a vida do outro. Sonhos podem ser compartilhados, mas não impostos.

Deus, por outro lado, não é assim. Ele nos convida, nos oferece oportunidades, nos chama, mas nunca nos força. Você pode escolher o caminho errado, mas continuará respirando, e o sol nascerá novamente. Satanás, por sua vez, nos engana, nos suborna ou nos tenta a fazer sua vontade. Se pudesse, ele nos forçaria. Mas Deus respeita nossa capacidade de decisão.

No fim, ninguém será salvo ou se perderá porque outra pessoa o forçou a isso. A decisão sempre será pessoal. Convido você a escolher Cristo como seu treinador hoje.