Há muitos que têm uma ideia errônea sobre a vida e o caráter de Jesus. Pensam que Ele era desprovido de calor e animação, que era áspero, severo e melancólico. Em muitos casos, a experiência religiosa é pintada dessa maneira sombria.
Com frequência, comenta-se que Jesus chorou, mas nunca O viram sorrindo. Nosso Salvador era, de fato, um “Homem de dores” (Is 53:3), ciente do que é padecer, pois abriu o coração a todos os sofrimentos humanos. Embora sua vida fosse cheia de abnegação e marcada pela dor e pelas preocupações, Seu espírito não se abatia. Sua fisionomia não expressava desgosto ou descontentamento, mas sempre demonstrava uma paz serena. Seu coração era uma fonte de vida. Onde quer que fosse, levava descanso e paz, alegria e contentamento (CC, p. 76 [120]).
“Assim, haverá mais alegria no Céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lc 15:7).
“Depois do sofrimento de sua alma, ele verá a luz e ficará satisfeito; pelo seu conhecimento meu servo justo justificará a muitos, e levará a iniquidade deles” (Is 53:11).