Nosso Salvador enriquecia Seus preciosos ensinos com coisas da natureza. As árvores, os pássaros, as flores dos vales, as colinas, os lagos e o lindo céu, bem como os incidentes e o ambiente da vida diária, tinham conexão com as palavras da verdade, de modo que Suas lições pudessem sempre ser lembradas, mesmo em meio às preocupações e encargos da vida. Deus queria que Seus filhos apreciassem Suas obras e que se deleitassem na beleza simples e tranquila com a qual Ele enfeitou nosso lar terrestre (CC, p. 54 [85]).
O Criador que plantou o jardim do Éden para nossos primeiros pais criou para nós as belas árvores e flores e providenciou tudo o que é belo e glorioso na natureza para o ser humano desfrutar […]. O Deus que plantou as majestosas árvores e as revestiu de rica folhagem, que nos proporcionou as belas e brilhantes tonalidades das flores e cuja bela obra podemos apreciar em todo o reino da natureza, nunca pretendeu tornar-nos infelizes. Ele não planejou que não tivéssemos bom gosto nem nos deleitássemos nessas coisas. É Seu plano que possamos usufruí-las e sermos felizes entre os encantos da natureza, Sua criação (T2, p. 479 [588]).
Quero deliciar-me com as belezas do reino de Deus. Quero alegrar-me com as pinturas que Seus dedos coloriram. Eu posso apreciá-las; vocês podem apreciá-las. Não devemos venerá-las, mas através delas ser dirigidos a Deus e contemplar a glória Daquele que fez todas essas coisas para nossa alegria (T2, p. 482 [592, 593]).