Sábado
14 de março
Contemplando Jesus
Doce é a luz, e agradável aos olhos é ver o sol. Eclesiastes 11:7

Se olharmos, ainda que por um momento, para o Sol em sua glória do meio-dia, ao desviarmos os olhos, em tudo que olharmos aparecerá a imagem do Sol. O mesmo acontece quando contemplamos Jesus. Tudo para que olhamos reflete Sua imagem, o Sol da Justiça. Não podemos ver nenhuma outra coisa, nem falar de qualquer outra coisa. Sua imagem está impressa na retina espiritual e afeta cada parte de nossa vida diária, suavizando e subjugando toda a nossa natureza. Contemplando, nós nos ajustamos à semelhança divina, a saber, à semelhança de Cristo. A todos aqueles com quem nos associamos, refletimos os brilhantes e alegres raios de Sua justiça. Nosso caráter foi transformado, pois o coração, o espírito e a mente são iluminados pelos reflexos Daquele que nos amou e a Si mesmo Se deu por nós. […]

Jesus Cristo é tudo em nós: o primeiro, o último, o melhor em tudo. Jesus Cristo, Seu espírito, Seu caráter, matiza cada coisa. Ele é a estrutura, a trama e o próprio tecido de todo o nosso ser. As palavras de Cristo são espírito e vida. Não podemos, então, centralizar nossos pensamentos sobre o eu. “Não [somos nós] quem [vivemos], mas Cristo vive em [nós]” (Gl 2:20), e Ele é “a esperança da glória” (Cl 1:27). O eu está morto, mas Cristo é um Salvador vivo. Continuando a olhar para Jesus, refletimos Sua imagem a todos os que nos rodeiam. Não podemos parar para considerar nossos desapontamentos ou mesmo para falar neles, pois uma cena mais agradável atrai nossa atenção: o precioso amor de Jesus (TM, p. 283, 284 [388, 389]).