O hábito de encontrar prazer no trabalho necessário, uma vez formado, jamais será perdido. […] Se encontrar prazer no trabalho útil, sua mente se ocupará com sua atividade, e não encontrará tempo para alimentar sonhos fantasiosos. O conhecimento do trabalho proveitoso proporcionará à sua mente […] eficiência e uma dignidade modesta e apropriada que imporá respeito (T3, p. 280 [336]).
Aquele que é indolente e voluntariamente ignorante põe no próprio caminho o que lhe servirá sempre de obstáculo. Recusa a cultura que advém do trabalho honesto. Deixando de estender a mão ajudadora em benefício da humanidade, está roubando a Deus. Sua carreira é muito diferente da que lhe foi traçada por Deus; pois desprezar o emprego útil estimula os gostos inferiores, paralisando na realidade as mais úteis energias do ser.
Muitas, na verdade milhares de criaturas humanas existem somente para consumir os benefícios que o Senhor, em Sua misericórdia, lhes confere. Esquecem-se de levar-Lhe ofertas de gratidão pelas riquezas que lhes confiou, ao dar-lhes os frutos da terra. Esquecem que Deus deseja que elas, negociando prudentemente com os talentos que lhes foram emprestados, sejam produtores da mesma maneira que consumidores. Se fizessem ideia da obra que o Senhor deseja que realizem como Sua mão auxiliadora, não julgariam privilégio evitar todas as responsabilidades, e ser servidos.
A verdadeira felicidade encontra-se unicamente em ser bom e fazer o bem. A mais pura e elevada honra é experimentada pelos que cumprem fielmente os deveres que lhes são designados (MJ, p. 159 [210, 211]).