Gratidão, regozijo, benignidade, confiança no amor e no cuidado de Deus – eis as maiores salvaguardas da saúde. Elas deviam ser, para os israelitas, as notas predominantes da vida (CBV, p. 172 [281]).
Em seus banquetes sagrados ordenara o Senhor que “os estrangeiros, os órfãos e as viúvas” viessem, comessem e se fartassem” (Dt 14:29) (PJ, p. 125 [220]).
Essas festas eram ocasiões de júbilo, tornando-se mais doces e ternas pelo hospitaleiro acolhimento dispensado aos estrangeiros, aos levitas e aos pobres (CBV, p. 172 [281]).
Essas reuniões deveriam ser para Israel lições práticas. Sendo ensinada desse modo a alegria da verdadeira hospitalidade, o povo deveria cuidar durante todo o ano dos pobres e indigentes, e essas ceias continham uma lição mais ampla. As bênçãos espirituais concedidas a Israel não eram somente para eles. Deus lhes dera o pão da vida para que o repartissem com o mundo (PJ, p. 125, 126 [220]).
“Ao fim de cada três anos, tirem todos os dízimos do fruto do terceiro ano e os recolham nas cidades de vocês. Então virão os levitas – porque não têm parte nem herança com vocês –, os estrangeiros, os órfãos e as viúvas que moram nas cidades de vocês, e comerão e se fartarão, para que o Senhor, o seu Deus, os abençoe em todas as obras que vocês fizerem” (Dt 14:28, 29).