As provas a que os cristãos são submetidos em aflição, adversidade e ignomínia são os meios indicados por Deus para separar a palha do trigo. Nosso orgulho, egoísmo, desejos perversos e amor aos prazeres mundanos precisam todos ser vencidos. Portanto, Deus nos envia aflições para nos experimentar e provar, e mostrar-nos que esses males existem em nosso caráter. Precisamos vencê-los mediante a força e a graça que nos dá, a fim de sermos “coparticipantes da natureza divina, [livrando-nos] da corrupção das paixões que há no mundo” (2Pe 1:4). “Porque a nossa leve e momentânea tribulação”, disse Paulo, “produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2Co 4:17, 18). Aflições, cruzes, tentações, adversidades e nossas várias provações são os agentes divinos para nos purificar, santificar e nos preparar para o celeiro celestial (T3, p. 99 [115]).
O precioso Salvador enviará auxílio exatamente quando necessitarmos dele. O caminho para o Céu está consagrado por Suas pegadas. Cada espinho que fere nossos pés feriu também os Dele. A cruz que somos chamados a carregar, Ele a levou antes de nós. O Senhor permite que venham os conflitos a fim de prepararem nosso coração para a paz (GC, p. 525 [633]).
“Ele nos concedeu as Suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vocês se tornem coparticipantes da natureza divina, tendo escapado da corrupção das paixões que há no mundo” (2Pe 1:4).