O povo de Deus são Seus representantes na Terra, e é Seu desígnio que eles sejam luzes nas trevas morais deste mundo. Espalhados por todo o país, nas pequenas e grandes cidades e nos vilarejos, eles são as testemunhas de Deus, os condutos pelos quais Ele comunicará a um mundo incrédulo o conhecimento de Sua vontade e as maravilhas de Sua graça. Seu plano é que todos os que são participantes da maravilhosa salvação sejam missionários Dele. A vida consagrada dos cristãos constitui a norma pela qual os mundanos julgam o evangelho. Provações pacientemente suportadas, bênçãos recebidas com agradecimento, mansidão, bondade, misericórdia e amor, manifestados habitualmente, são as luzes que resplandecem no caráter perante o mundo, revelando o contraste com as trevas que vêm do egoísmo do coração natural (PP, p. 104 [134]).
É nosso dever zelar pela glória de Deus, evitando dar qualquer mau testemunho, quer pela expressão triste de nosso rosto quer por palavras de desconsideração, como se as exigências divinas constituíssem restrição à nossa liberdade. Mesmo em meio a aflições, decepções e pecados deste mundo, o Senhor quer que estejamos jubilosos e fortes em Seu poder. Toda a nossa individualidade é chamada a dar bom testemunho a respeito de tudo. Pela fisionomia, temperamento, palavras e caráter, devemos testificar que é bom servir a Deus (T6, p. 290 [365]).
“Não fiquem apavorados, nem tenham medo. Por acaso não revelei e anunciei isso a vocês muito tempo atrás? Vocês são as Minhas testemunhas. Será que há outro Deus além de Mim? Não, não há outra Rocha que Eu conheça” (Is 44:8).