Terça-feira
05 de maio
A comunhão com Deus traz alegria
Tenho o Senhor sempre diante de mim; estando Ele à minha direita, não serei abalado. Por isso o meu coração se alegra e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará seguro. Salmo 16:8, 9

Se tivermos o Senhor sempre diante de nós e deixarmos o coração transbordar em ações de graças e louvores a Ele, teremos frescor contínuo em nossa vida religiosa. Nossas orações terão a forma de uma conversa com Deus, como se falássemos com um amigo. Ele nos falará pessoalmente de Seus mistérios. Frequentemente uma sensação agradável e alegre da presença de Jesus virá sobre nós. O coração arderá muitas vezes em nós, quando Ele Se achegar para comungar conosco, como fazia com Enoque. Quando essa for em verdade a experiência do cristão, será vista em sua vida simplicidade, mansidão, brandura e humildade de coração, que mostrarão a todos que com ele mantêm contato que esteve com Jesus e Dele aprendeu.

Naqueles que a possuem, a religião de Cristo será revelada um princípio vitalizante e penetrante, uma energia viva, atuante e espiritual. A força, o ânimo e a alegria da juventude perpétua serão manifestados. O coração que recebe a Palavra de Deus não é como um açude que se evapora nem como uma cisterna rachada que perde seu conteúdo. É como a torrente da montanha, alimentada por fontes inesgotáveis, cuja água fresca e borbulhante salta de rochedo em rochedo, refrescando os cansados, os sedentos e os duramente oprimidos (PJ, p. 71, 72 [129, 130]).

“Virão com choro, e com súplicas os levarei; Eu os guiarei aos ribeiros de águas, por um caminho reto em que não tropeçarão” (Jr 31:9).