O valor da cortesia é muito pouco apreciado. Muitos que são bondosos de coração não têm amabilidade no jeito de ser. Muitos que inspiram respeito por sua sinceridade e correção são lamentavelmente deficientes em simpatia. Essa falta prejudica sua própria felicidade e afasta de seu
serviço os outros. Muitas das mais agradáveis e valiosas experiências da vida são frequentemente, por mera falta de lembrança, sacrificadas pelos descorteses. […] Todos podem possuir fisionomia radiante, voz mansa e maneiras corteses, que são características poderosas (Ed, p. 171 [240]).
O próprio semblante humano é um espelho da mente, lido por outros, e tem influência marcante sobre eles para o bem ou para o mal (T3, p. 436 [523]).
O rosto dos que são benévolos e compassivos brilhará com o fulgor da verdadeira bondade, ao passo que os que não acalentam pensamentos bondosos e motivos altruístas expressam no rosto os sentimentos abrigados no coração (T4, p. 58 [64]).
A presença de Cristo no coração transparece na face daqueles que O amam e guardam Seus mandamentos. A verdade está ali escrita. Revela-se a doce paz do Céu. É expressa uma cortesia habitual, um amor mais do que humano (PJ, p. 52 [102]).
O amor concede graça, boas maneiras e modéstia àquele que o possui. O amor ilumina o semblante e suaviza a voz, ele enobrece e eleva todo o ser. Põe-no em harmonia com Deus, pois é um atributo celestial (T4, p. 489 [559, 560]).
“Aquele que quer amar a vida e ter dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem palavras enganosas; afaste-se do mal e pratique o bem, busque a paz e empenhe-se por alcançá-la” (1Pe 3:10, 11).