Que o Senhor comova o coração de cada membro da igreja até que Sua graça regeneradora seja manifestada na vida e no caráter de cada um. Então, reunindo-se para o culto, não será mais a sua preocupação criticar-se mutuamente, e sim falar de Jesus e Seu amor. Nossas reuniões devem ser intensivamente interessantes. Deve imperar ali a própria atmosfera do Céu (T5, p. 519 [608, 609]).
Devem ser tratadas com a máxima solenidade e reverência e, ao mesmo tempo, ser o mais atrativas possível. Não devemos prolongá-las de maneira a torná-las enfadonhas, pois a impressão assim causada na mente dos jovens fará com que associem a religião com tudo quanto é sem graça e desinteressante; e muitos serão levados a pôr sua influência do lado do inimigo, ao passo que, se fossem devidamente ensinados, se tornariam uma bênção ao mundo e à igreja. […] As reuniões de oração e todos os demais cultos religiosos devem ser planejados e dirigidos de maneira que, não somente sejam proveitosos, mas tão agradáveis que exerçam verdadeira atração (T6, p. 142 [175]).
A igreja de Deus na Terra é uma com a do Céu. Os crentes na Terra e os seres celestiais que não pecaram constituem uma só igreja. Cada ser celestial toma interesse nos santos que na Terra se reúnem para adorar a Deus. Os testemunhos, […] o louvor e ações de graças dos adoradores na Terra […] repercutem no Céu seu louvor e alegria porque Cristo não morreu em vão pelos caídos filhos de Adão. E, enquanto os anjos participam diretamente do manancial divino, os santos da Terra bebem das correntes de águas puras que fluem do trono, das correntes de águas que alegram a cidade de Deus (T6, p. 290 [366]).