Era natural que os cristãos de Jerusalém tivessem medo de Saulo. Pouco tempo antes, ele “queria destruir a igreja” (At 8:3). Quem poderia acreditar que agora ele era um discípulo de Jesus?
Algo semelhante aconteceu em 1999 com o pastor Mark Finley e toda a equipe do programa de televisão Está Escrito, durante a campanha ATOS 2000 nas Filipinas. O pastor Finley relata a história com as próprias palavras:
“Fui levado a visitar a enorme prisão nacional porque 47 prisioneiros haviam solicitado o batismo. Desses, 21 estavam no corredor da morte. Nessa prisão, existe uma congregação adventista de 456 membros, fruto de 27 anos de trabalho missionário. A sala estava lotada de homens tatuados, com grandes cicatrizes e outras marcas no rosto e nos braços. Muitos haviam sido condenados por estupro, assalto à mão armada e assassinato, com todos os agravantes possíveis.
“Mas havia algo diferente neles. Seus olhos e seu rosto brilhavam. Não pareciam criminosos. Agora eram meus irmãos em Cristo. Então, ouvi um quarteto cantar. Enquanto aqueles homens cantavam, meu coração se comoveu, e as lágrimas começaram a cair. Chorei abertamente. Todos eram assassinos condenados, no corredor da morte, aguardando o cumprimento de sua sentença humana, mas estavam cantando ‘Por nosso Senhor, unidos em verdade’.
“Depois do cântico, preguei um sermão sobre a graça, o perdão e o poder transformador de Deus. Em seguida, fomos à área externa para o batismo. Os prisioneiros haviam construído um pequeno batistério. Um a um, eles entravam na água, e eu os batizava em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Abracei fortemente cada um deles. Agora eram meus irmãos!”
A graça de Deus ainda transforma perseguidores em pregadores, assassinos em adoradores. Se esses ex-criminosos retornassem às suas localidades, muitos hesitariam em aceitá-los. Mas Deus inicia e conclui Sua obra neles, tornando-os representantes do Pai celestial, como fez com Saulo de Tarso. Você também deseja que Cristo realize Sua obra em sua vida hoje?