Terça-feira
09 de junho
Alegria compartilhada
Alegrem-se nessa festa, vocês, os seus filhos, as suas filhas, os seus escravos, as suas escravas, os levitas, os estrangeiros, os órfãos e as viúvas que moram nas cidades de vocês. Deuteronômio 16:14

Os israelitas, em todas as suas festas, admitiam os pobres, os estrangeiros e os levitas, os quais eram, ao mesmo tempo, ajudantes do sacerdote no santuário, mestres de religião e missionários. Todos esses eram considerados hóspedes do povo, recebendo hospitalidade durante as festas sociais e religiosas, e sendo atendidos carinhosamente em suas enfermidades e necessidades. Pessoas assim devemos acolher em nosso lar. Quanto esse acolhimento alegraria e daria ânimo ao enfermeiro ou missionário, à mãe carregada de preocupações e trabalhos árduos, ou às pessoas fracas e idosas, que vivem muitas vezes sem lar, lutando com a pobreza e com tantos desalentos! […]

O calor das boas-vindas, um lugar junto à lareira e um assento à nossa mesa, o privilégio de compartilhar da bênção do culto de família, será, para muitos desses pobres, como uma antecipação do Céu. […] Nossas afeições devem transbordar para além de nossa personalidade e do círculo de nossa família.

Há preciosas oportunidades para os que desejam fazer de seu lar uma bênção para outros. […] Se quiséssemos dar provas de algum interesse pela juventude, convidá-la à nossa casa e cercá-la de influências alentadoras e proveitosas, haveria muitos que, de boa vontade, dirigiriam seus passos numa escala ascendente (CBV, p. 218, 219 [353-355]).

“Seja constante o amor fraternal. Não se esqueçam da hospitalidade, pois alguns, praticandoa, sem o saber acolheram anjos” (Hb 13:1, 2).