Era 19 de janeiro de 2019. Eu estava de plantão como recepcionista em minha igreja. Quando cheguei, notei que já havia uma recepcionista em meu posto habitual, então fui ajudar em outro. Cumprimentei as pessoas enquanto distribuía abraços e os boletins da igreja.
Aproximadamente meia hora depois, a diretora das recepcionistas se aproximou e me pediu para ir ao meu posto. Eu me despedi da colega que estava comigo e me virei para caminhar com a diretora. Porém, de repente, senti uma dor forte no quadril esquerdo e não consegui mais me mover. Gritei de dor e segurei o braço da diretora. – O que está acontecendo? – ela perguntou, olhando para mim com grande preocupação.
– Não consigo andar – respondi. Segurei o braço dela por algum tempo enquanto estávamos paradas no corredor.
Imediatamente, comecei a orar: Senhor, por favor, ajuda-me. Eu vim sozinha e preciso voltar para casa. Alguns membros da igreja paravam para perguntar o que estava acontecendo, e eu pedi que orassem por mim. Depois de alguns minutos, consegui me mover e caminhei lentamente até o saguão da igreja, onde me sentei e continuei orando: Senhor, ajuda-me a terminar minhas obrigações e a voltar para casa. A diretora das recepcionistas voltou para ver como eu estava e perguntou se eu preferia continuar sentada descansando ou voltar ao posto. Eu escolhi completar minhas funções e orei para que Deus continuasse a aliviar a dor.
Durante o culto, a dor no quadril continuava, mas eu orava a cada momento. Quando chegou a hora de dar as boas-vindas aos visitantes, eu ainda sentia dor, mas Deus me deu força para cumprimentá-los com um sorriso. Em seguida, veio a história infantil, quando coletamos a oferta das crianças para a educação cristã. Eu ainda sentia dor, então segurei firmemente no banco e continuei a orar enquanto as crianças vinham para a frente. Orei por forças para não cair, e Deus me ouviu, permitindo-me cumprir minhas responsabilidades e voltar para casa com segurança.
Obrigada, Deus, por Teu toque de cura.
Pauline A. Griffith