Um cristão genuíno trabalhará apenas para agradar a Deus, visando unicamente Sua glória e desfrutando a recompensa de fazer Sua vontade. […] O amor pelas pessoas por quem Cristo morreu conduzirá à negação do eu e à disposição de fazer qualquer sacrifício para sermos cooperadores com o Mestre na salvação dessas pessoas (T2, p. 444 [549]).
A força de um exército pode ser medida especialmente pela eficiência dos homens que compõem suas fileiras. Um general capaz instrui seus oficiais a exercitar todos os soldados para o serviço ativo. Procura desenvolver o mais alto grau de eficiência da parte de todos. […] Ele conta com os serviços leais e infatigáveis de cada homem em seu exército. […]
E assim ocorre no exército do Príncipe Emanuel. Nosso General, que jamais perdeu uma batalha, espera de cada um que se alistou sob Seu estandarte um serviço fiel e voluntário (T9, p. 92 [116]). Ninguém pode ser bem-sucedido no serviço de Deus, a menos que nele ponha todo o coração e considere todas as coisas como perda por causa da suprema grandeza do conhecimento de Cristo.
Ninguém que faça qualquer reserva pode ser discípulo de Cristo, e muito menos Seu colaborador. Quando as pessoas reconhecem a magnífica salvação, o espírito de sacrifício observado na vida de Cristo será visto na vida delas. Por onde quer que Cristo as guie, elas O seguirão contentes (DTN, p. 210 [273]).