Sábado
11 de julho
A maior alegria
Qual de vocês é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? E, quando a encontra, põe-na sobre os ombros, cheio de alegria. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: “Alegrem-se comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.” Lucas 15:4-6

A parábola da ovelha perdida deve ser considerada um lema em todo lar. O divino Pastor deixa as 99 e vai ao deserto em busca da que se perdeu. Há mato cerrado, atoleiros, perigosas fendas nas rochas, e o Pastor sabe que, se a ovelha se encontra em qualquer desses lugares, é preciso que uma mão amiga a ajude a sair. Ao ouvir-lhe de longe o balido, Ele enfrenta toda e qualquer dificuldade para salvar Sua ovelha perdida. Ao encontrá-la, não a repreende. Alegra-Se simplesmente por havê-la encontrado com vida. Com mão firme e delicada ao mesmo tempo, afasta os espinhos ou tira-a do lamaçal; ergue-a ternamente e a coloca ao ombro, levando-a de volta ao redil. O puro e imaculado Redentor conduz o pecaminoso, o impuro.

O Portador de pecados carrega a enlameada ovelha; tão precioso, no entanto, é Seu fardo, que Se regozija, cantando: “Achei a Minha ovelha perdida” (Lc 15:6). […]

Precisamos ter em mente a grande alegria manifestada pelo Pastor ao reaver a perdida. Convoca Seus amigos: “Alegrem-se Comigo, porque já achei a Minha ovelha perdida” (Lc 15:6). E o Céu inteiro ecoa a nota da alegria. O próprio Pai, com cânticos Se alegra por aquela que foi resgatada. Que santo êxtase de júbilo é expresso nessa parábola! E dessa alegria temos o privilégio de partilhar. Estamos nós, que temos esse exemplo diante de nós, cooperando com Aquele que deseja salvar o perdido? Somos colaboradores de Cristo? (T6, p. 102, 103 [124, 125]).