Paulo […] esperava encontrar Tito em Trôade e ouvir dele como os irmãos de Corinto haviam reagido às palavras de conselho e reprovação que lhes enviara; mas ficou decepcionado. “Não tive tranquilidade no meu espírito”, escreveu com relação a essa experiência, “porque não encontrei o meu irmão Tito” (2Co 2:13). Por isso, deixou Trôade e atravessou para a Macedônia, onde encontrou Timóteo, em Filipos. […]
Esse fiel mensageiro trouxe as alegres notícias de que havia ocorrido maravilhosa mudança entre os cristãos coríntios. Muitos haviam aceitado as instruções contidas na carta de Paulo, arrependendo-se de seus pecados. A vida deles não era mais uma vergonha para o cristianismo, e passaram a exercer poderosa influência a favor da religião prática.
Cheio de satisfação, o apóstolo enviou outra carta aos crentes de Corinto, expressando sua alegria por causa da boa obra realizada neles. […] Durante algum tempo, Paulo carregou um tremendo peso interior pela preocupação com as igrejas – um peso tão grande que ele mal podia suportar. […]
Agora, porém, uma causa de ansiedade já estava resolvida. Ao receber as notícias da aceitação de sua carta aos coríntios, Paulo irrompeu em palavras de júbilo […]. Sentia que Satanás não haveria de triunfar sobre a obra de Deus em Corinto, e em palavras de louvor manifestou a gratidão de seu coração (AA, p. 206-208 [324-326]).