Domingo
26 de julho
A alegria de Cristo
Agora vou para junto de Ti e isto falo no mundo para que eles tenham a Minha alegria completa em si mesmos. João 17:13

A alegria que estava diante de Cristo, a satisfação que O sustentou em meio ao sacrifício e sofrimento, foi a de ver pecadores salvos. Essa deve ser a alegria, o estímulo e a ambição de cada um que O segue (PR, p. 100 [172]).

Deus tem dado a cada ser humano seu trabalho, e ninguém mais pode fazer essa obra por ele. Que individualmente apliquem o colírio, para que possam ver seus defeitos de caráter e percebam como Deus considera seu amor ao mundo, que está expulsando o amor divino! Nada pode dar tal poder, tal autoconfiança e nobreza de ser, como a percepção da dignidade de Sua obra – segurança de que são colaboradores de Deus em realizar a obra de salvar pessoas.

O Filho de Deus veio a este mundo para deixar um exemplo de uma vida perfeita. Ele Se sacrificou “em troca da alegria que Lhe estava proposta” (Hb 12:2) – a alegria de ver pessoas resgatadas do poder de Satanás e salvas no reino de Deus. “Segue-Me” foi a ordem de Cristo. Aqueles que seguem Seu exemplo compartilharão da obra divina de fazer o bem e finalmente participarão da alegria de seu Senhor (Mt 25:21) (T4, p. 539 [615]).

Aquela alegria, que o próprio Cristo antecipava com ansioso desejo, é apresentada em Sua petição: “Pai, a Minha vontade é que, onde Eu estou, também estejam Comigo os que Me deste [para que vejam a Minha glória que Me conferiste, porque Me amaste antes da fundação do mundo]” (Jo 17:24) (OE, p. 393 [516]).

“Tenho lhes dito estas coisas para que a Minha alegria esteja em vocês, e a alegria de vocês seja completa” (Jo 15:11).