Eles servem na sala do trono do Rei dos reis – como “Seus anjos, valorosos em poder”, “ministros Seus, que [fazem] a Sua vontade”, (Sl 103:20, 21, ARC), obedecendo à Sua palavra. “Milhares de milhares” e “milhões de milhões” eram os mensageiros celestiais vistos pelo profeta Daniel (Dn 7:10, ARC). O apóstolo Paulo declarou serem “incontáveis” (Hb 12:22). Como mensageiros de Deus, sua glória é tão deslumbrante, e tão rápido o seu voo, que saem “à semelhança de relâmpagos” (Ez 1:14). […]
Os anjos são enviados em missões de misericórdia aos filhos de Deus. A Abraão, com promessas de bênçãos; às portas de Sodoma, para livrar o justo Ló da condenação do fogo; a Elias, quando estava a ponto de perecer de cansaço e fome no deserto; a Eliseu, com carros e cavalos de fogo, cercando a pequena cidade em que estava confinado por causa de seus inimigos; a Daniel, enquanto buscava sabedoria divina na corte de um rei pagão ou abandonado para se tornar presa dos leões; a Pedro, condenado à morte no calabouço de Herodes; aos prisioneiros em Filipos; a Paulo e seus companheiros, na noite da tempestade no mar; para abrir a mente de Cornélio a fim de que recebesse o evangelho; para enviar Pedro com a mensagem da salvação ao desconhecido gentio – assim, em todos os tempos, os santos anjos têm ministrado ao povo de Deus (GC, p. 428 [512]).
“O anjo respondeu: ‘Eu sou Gabriel, que estou a serviço de Deus, e fui enviado para falar com você e lhe trazer esta boa notícia’” (Lc 1:19).