Segunda-feira
03 de agosto
Prazer na Palavra de Deus
Se Lhe obedecerem e O servirem, serão prósperos até o fim dos seus dias e terão contentamento nos anos que lhes restam. Jó 36:11, NVI

Nossa clara confiança em Deus, a satisfação, coragem, esperança e fé que Ele nos inspirou em meio às aflições exerceram influência e foram para todos um testemunho de que o cristão tem uma fonte de força e felicidade, a que os amantes dos prazeres são estranhos (T1, p. 537 [616]).

A conversão é uma obra que a maioria das pessoas não valoriza. Não é coisa pequena transformar uma mente terrena, amante do pecado, e levá-la a compreender o inexprimível amor de Cristo, os encantos de Sua graça e a excelência de Deus, de maneira que o coração seja possuído de amor divino e fique cativo dos mistérios celestiais.

Quando a pessoa compreende essas coisas, sua vida anterior parece desagradável e odiosa. Odeia o pecado e, quebrantando o coração diante de Deus, abraça a Cristo como a vida e alegria da alma. Renuncia aos seus antigos prazeres. Tem mente nova, novas afeições, interesses novos e nova vontade. Suas tristezas, desejos e amor são todos novos. A concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, até então preferidas a Cristo, são agora evitadas, e Cristo é o encanto de sua vida, a coroa de seu regozijo. O Céu, que antes não possuía atrativo algum, é agora considerado em sua riqueza e glória; e ela o contempla como sua futura pátria, onde verá, amará e louvará Aquele que a redimiu por Seu precioso sangue.

As obras de santidade, que lhe pareciam enfadonhas, são agora seu prazer. A Palavra de Deus, anteriormente tediosa e desinteressante, é agora escolhida como seu estudo, sua conselheira (T2, p. 245, 246 [294, 295]).