Deus roga aos homens que ministrem alegremente aos seus semelhantes (CBV, p. 54 [103]).
Todo esforço que fizermos por Cristo será por Ele recompensado; e todo dever que cumprirmos em Seu nome contribuirá para nossa própria felicidade (T4, p. 18 [19]).
A vida é valiosa demais, demasiado cheia de solenes e sagradas responsabilidades para ser desperdiçada em agradar a si mesmo. […] Homens e mulheres mal começaram a compreender o verdadeiro objetivo da vida. São atraídos pelo brilho e a ostentação. Ambicionam a exaltação mundana. A esta sacrificam os verdadeiros objetivos da vida. As melhores coisas da existência – a simplicidade, a honestidade, a veracidade, a pureza e a integridade – não se podem vender nem comprar. Elas são tão gratuitas para o iletrado como para o instruído, para o humilde trabalhador e para o honrado estadista.
Para todos Deus proveu prazeres que podem ser fruídos pelo rico e pelo pobre semelhantemente – o prazer que se encontra no cultivo da pureza de pensamento e no desinteresse da ação, o prazer que provém de dirigir palavras de compaixão e praticar atos de bondade. Dos que tais serviços realizam, irradia a luz de Cristo para aclarar vidas obscurecidas por muitas sombras (CBV, p. 116 [198]).
“Peço que Ele ilumine os olhos do coração de vocês, para que saibam qual é a esperança da vocação de vocês, qual é a riqueza da glória da sua herança nos santos” (Ef 1:18).