Embora o pecado tenha lançado sombras sobre a Terra, Deus deseja que Seus filhos encontrem deleite nas obras de Suas mãos. […] Uma vida ao ar livre, num ambiente natural, faria maravilhas em favor de muitos (CBV, p. 161 [261, 262]).
Os homens, em seu orgulho, gostam de edifícios gigantescos e valiosos e se vangloriam com as obras de suas mãos; mas Deus colocou Adão em um jardim. Essa era sua morada. O céu azul era sua cúpula. A terra, com suas delicadas flores e tapete de relva viva, era seu pavimento. E os ramos cheios de folhas das belas árvores eram seu teto. De suas paredes pendiam os mais magnificentes adornos – obra do grande e magistral Artífice.
No ambiente em que vivia o santo casal havia uma lição para todos os tempos: a verdadeira felicidade é encontrada não na satisfação do orgulho e do luxo, mas na comunhão com Deus mediante Suas obras criadas. Se os homens dessem menos atenção às coisas artificiais e cultivassem maior simplicidade, estariam em muito melhores condições de corresponderem ao propósito de Deus em Sua criação. O orgulho e a ambição nunca se satisfazem, mas aqueles que são verdadeiramente sábios encontrarão prazer real e enobrecedor nas fontes de alegria que Deus colocou ao alcance de todos (PP, p. 25 [49, 50]).
“Só tu és o Senhor! Fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo o que nela há, os mares e tudo o que há neles. Tu conservas a todos com vida, e o exército dos céus Te adora” (Ne 9:6).