A Moisés era oferecido o palácio dos faraós e o trono do rei; mas os prazeres pecaminosos que fazem com que os homens se esqueçam de Deus prevaleciam na corte, e, em lugar deles, escolheu “bens duráveis e justiça” (Pv 8:18). Em vez de se ligar às grandezas do Egito, preferiu unir a vida ao propósito divino. Em vez de dar leis ao Egito, por direção divina ele as deu ao mundo. Tornou-se o instrumento de Deus em transmitir às pessoas aqueles princípios que são a salvaguarda tanto do lar quanto da sociedade, e que são a pedra fundamental da prosperidade das nações – princípios hoje reconhecidos pelos grandes homens do mundo como o fundamento de tudo que é melhor nos governos humanos.
A grandeza do Egito ficou no passado. Seu poder e sua civilização passaram. Mas a obra de Moisés jamais perecerá. Os grandes princípios de justiça para os quais ele viveu são eternos (Ed, p. 48 [68, 69]).
Todos aqueles que se voltarem dos prazeres terrenos e, com Moisés, escolherem antes sofrer aflições com o povo de Deus do que desfrutar dos prazeres do pecado por um pouco, estimando mais a riqueza da vergonha de Cristo do que os tesouros do mundo, receberão, com o fiel Moisés, incorruptível coroa da imortalidade, e experimentarão o “eterno peso de glória” (2Co 4:17) (T2, p. 87, 88 [100]).