Satanás apresenta aos pobres mortais o mundo com os mais sedutores e lisonjeiros encantos, e eles o contemplam, e seu esplendor lhes obscurece a glória do Céu e aquela vida que é permanente como o trono de Deus. Uma vida de paz, felicidade e inefável alegria e que nada conhece de tristeza, pesar, dor ou morte é sacrificada em troca de um breve espaço de vida de pecado (T2, p. 87 [101]).
A vida nas cidades é falsa e artificial. A intensa paixão por ganhar dinheiro, o redemoinho da agitação e da corrida aos prazeres, a sede de ostentação, de luxo e extravagância, tudo são forças que, no que diz respeito à maioria da humanidade, desviam o espírito do verdadeiro desígnio da vida. Abrem a porta para milhares de males. Essas coisas exercem sobre a juventude uma força quase irresistível.
Uma das mais sutis e perigosas tentações que assaltam as crianças e jovens nas cidades é o amor aos prazeres. Existem muitos feriados; jogos e corridas de cavalos arrastam milhares, e a onda de satisfação e prazer os atrai para longe dos simples deveres da vida. O dinheiro que deveria haver sido economizado para melhores fins é desperdiçado em divertimentos (CBV, p. 226 [364]).
“Não sobreveio a vocês nenhuma tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar; pelo contrário, juntamente com a tentação proverá livramento, para que vocês a possam suportar” (1Co 10:13).