Os que amam o prazer podem conservar uma forma de piedade, mas não possuem uma vital ligação com Deus. Sua fé é morta, seu zelo desapareceu (MJ, p. 106 [141, 142]).
Embora membros da igreja, não são convertidos. Alguns podem tomar parte no culto religioso e cantar o salmo: “Assim como a corça suspira pelas correntes das águas, assim, por Ti, ó Deus, suspira a minha alma” (Sl 42:1). Apesar disso, dão testemunho de falsidade. Aos olhos de Deus, não são mais justos que o maior pecador. O que se alegra com prazeres mundanos, que ama a ostentação, não pode servir a Deus. […] Essa pessoa não tem inclinação para combater os prazeres da carne. Anseia satisfazer ao apetite. Escolhe a atmosfera do pecado (PJ, p. 154 [270]).
Cristãos professos, cristãos mundanos, não se acham familiarizados com as coisas celestiais. Eles nunca serão levados às portas da nova Jerusalém para se empenharem em cultos que até então não os interessaram de maneira especial. Eles não exercitaram a mente em deleitar-se na devoção e na meditação sobre as coisas de Deus e do Céu. Como, então, poderão se ocupar nos cultos do Céu? Como terão prazer nas coisas espirituais, puras e santas lá no Céu, quando isso não lhes trazia especial contentamento aqui na Terra? (T2, p. 223 [265]).
“Por que você está abatida, ó minha alma? Por que se perturba dentro de mim? Espere em Deus, pois ainda O louvarei, a Ele, meu auxílio e Deus meu” (Sl 42:11).