Desde a queda de Adão tem sido costume do mundo pecar (T6, p. 106 [129]).
No coração não regenerado há amor ao pecado e disposição para cultivá-lo e justificá-lo (GC, p. 424, 425 [508]).
A predominância de um desejo pecaminoso mostra a falsidade de uma vida. Cada condescendência para com esse desejo fortalece a aversão a Deus. Os rigores do dever e os prazeres do pecado são as cordas com que Satanás prende as pessoas em suas armadilhas (T5, p. 48 [53]).
Pela contemplação somos transformados. Embora formado segundo a imagem de seu Criador, o ser humano pode de tal maneira educar a mente que o pecado por ele antes odiado se torne um prazer. Deixando de vigiar e orar, deixa de guardar a cidadela – o coração – e empenha-se em pecado e crime. A mente é degradada e é impossível elevá-la da corrupção enquanto está sendo educada para escravizar as faculdades morais e intelectuais e levá-las em sujeição a desejos grosseiros. Deve ser mantida uma guerra constante contra a mente carnal; e precisamos ser ajudados pela influência aperfeiçoadora da graça de Deus, a qual elevará a mente e a acostumará a meditar no que é puro e santo (T2, p. 391 [479]).
Nosso Salvador está constantemente em ação, através de influências visíveis e invisíveis, para atrair a mente dos homens dos prazeres insatisfatórios desta vida ao tesouro de valor incalculável que lhes pode pertencer no futuro imortal (T4, p. 507, 508 [580]).