Quinta-feira
20 de agosto
Sentimentos autodestrutivos de amargura
Se a desgraça do meu inimigo me alegrou, ou se os problemas que teve me deram prazer; [...] que me venham espinhos em lugar de trigo e ervas daninhas em lugar de cevada. Jó 31:29, 40, NVI

Sentimentos amargos […] são estranhos ao espírito de Cristo (T2, p. 46 [52]).

Jesus, quando era injuriado, maltratado e insultado, não revidava. “Pois Ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje.” Quando a crueldade do homem Lhe infligiu penosos açoites e ferimentos, Ele “não fazia ameaças, mas entregava-Se Àquele que julga retamente” (1Pe 2:23). […]
É o servo maior que seu senhor? Cristo pôs Sua vida como nosso padrão e O desonramos quando nos tornamos ofendidos por qualquer desfeita e estamos prontos a nos ressentir de toda ofensa, suposta ou real. Não é evidência de nobreza estar preparado para defender-se, para preservar a própria dignidade. Seria melhor sofrermos injustamente uma centena de vezes do que ferir alguém pela retaliação ou por dar vazão à ira (T2, p. 351 [426, 427]).

Não devemos abrigar ressentimento no coração. Quando injuriados, não injuriemos. Ó ciúmes e perversas suspeitas, que danos têm causado! Como têm transformado amizade e amor em amargura e ódio! Devemos ser menos orgulhosos, menos sensíveis e morrer para o egoísmo (T2, p. 459 [566]).

“Quando o seu inimigo cair, não se alegre, nem se regozije o seu coração quando ele tropeçar, para que o Senhor não veja isso e Se desagrade, e desvie do inimigo a Sua ira” (Pv 24:17, 18).