Sábado
22 de agosto
Insensatez, estupidez e absurdo
Quem não tem juízo se alegra com a sua tolice, mas quem é sábio anda retamente. Provérbios 15:21

Nossas recreações não devem ser cenas de alegria irracional, tomando a forma do ridículo. Podemos fazer com que elas beneficiem e elevem aqueles com quem nos relacionamos, e habilitem melhor a nós e aos outros para desempenharmos com mais sucesso nossos deveres de cristãos.

Não podemos ser desculpados diante de Deus se nos envolvemos em diversões que têm a tendência de nos incapacitar para o cumprimento fiel dos deveres comuns da vida, diminuindo assim nosso gosto pela contemplação de Deus e das coisas celestiais. A religião de Cristo é animadora e enobrecedora em sua influência. Está acima de tudo que se pareça com brincadeiras tolas, zombarias e conversas fúteis (MJ, p. 281, 282 [364]).

Satanás é mais bem-sucedido em levar os seguidores de Cristo a pecar, fazendo com que se associem aos ímpios e se unam às suas diversões. […]

Por meio da representação teatral, ele tem agido durante séculos para despertar os maus desejos e exaltar a imoralidade. Satanás usa a ópera, com sua fascinante exibição e música sedutora, o baile de máscaras, a dança e o jogo de cartas para derrubar as barreiras do princípio e abrir a porta à satisfação sensual. Em cada reunião em que é alimentado o orgulho e satisfeito o apetite, onde o indivíduo é levado a se esquecer de Deus e a perder de vista os interesses eternos, Satanás está prendendo suas correntes em redor da vítima (PP, p. 399, 400 [458-460]).