Sábado
29 de agosto
Os “dons” do mundo
Lembre-se do seu Criador nos dias da sua mocidade, antes que venham os dias maus, e cheguem os anos em que você dirá: “Não tenho neles prazer.” Eclesiastes 12:1

Desejou provar os frutos da transgressão, só para vê-los desfazerem-se como cinzas nos lábios? E agora que seus bens estão desperdiçados, seus planos fracassados e mortas as suas esperanças? Você está solitário e desolado? Agora, aquela voz que falou longamente ao seu coração, mas à qual você não atendeu, chega dizendo de forma clara e distinta: “[Levante-se] e [vá] embora! Porque este não é o lugar de descanso. [Vá] embora por causa da impureza que traz destruição, sim, destruição enorme” (Mq 2:10). Volte ao lar do Pai. Ele o convida, dizendo: “Volte para Mim, porque Eu o remi” (Is 44:22) (PJ, p. 116 [205]).

Como as pessoas servem primeiro o vinho melhor, e depois o inferior, assim o mundo faz com as dádivas que recebe. O que ele oferece pode agradar aos olhos e fascinar os sentidos, mas se demonstra incapaz de satisfazer. O vinho se transforma em amargura, e a euforia, em tristeza. Aquilo que começara com cânticos e alegria termina em cansaço e desgosto. No entanto, as dádivas de Cristo são sempre novas e vivas. O banquete que Ele oferece nunca deixa de proporcionar satisfação e alegria. Cada nova dádiva aumenta a capacidade daquele que a recebe para reconhecer e desfrutar as maravilhas do Senhor. Ele dá graça sobre graça, e a provisão nunca se esgotará. Se você permanece Nele, o fato de receber hoje uma grande dádiva garante que amanhã receberá outra, ainda mais preciosa (DTN, p. 109, 110 [148]).

“Desfaço as suas transgressões como a névoa e os seus pecados, como a nuvem; volte para Mim, porque Eu o remi” (Is 44:22).