Oskar Schindler foi um rico empresário alemão que salvou milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Sua história se tornou conhecida por meio do filme A Lista de Schindler, dirigido por Steven Spielberg. O filme alcança o ponto alto quando, após se despedir dos judeus que salvou, ele recebe um anel de ouro como símbolo de gratidão. O anel foi feito a partir do ouro de uma prótese dental de um trabalhador, com a inscrição do Talmude: “Quem salva uma vida, salva o mundo inteiro.” Schindler se sentiu lisonjeado, mas também envergonhado e disse:
– É de ouro. Poderia ser vendido para salvar mais uma vida! Poderia ter feito mais, muito mais.
– Oskar – disse Ithzak Stern –, você fez muito; agora há 1.100 pessoas vivas, graças a você. Veja-as!
– Eu desperdicei muito dinheiro, você nem imagina quanto – lamentou-se Schindler entre lágrimas. – Veja este carro, por que o conservei? Poderia ter salvado mais dez pessoas. Veja esta abotoadura, poderia ter salvado mais duas pessoas.
Chorando sem consolo, ele disse:
– Poderia ter salvado uma pessoa mais. Por que não o fiz?
Isso acontecerá no fim dos tempos. Quantos lamentarão ter vivido pensando somente em si mesmos? Espero que isso não aconteça conosco. Que tipo de pessoa era Oskar Schindler? Um homem que vivia na Alemanha nazista. De onde tirou forças para realizar aquilo? Creio que do mesmo depósito de onde nós podemos tirá-las: do coração de Deus.
Quando o reavivamento chegar ao povo de Deus, veremos a piedade da igreja apostólica se repetir. A Bíblia diz: “Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade” (At 2:45). Hoje é o momento de colaborar com Deus. Peça para Ele derramar amor em seu coração, a fim de que você esteja disposto a servir.