Terça-feira
01 de setembro
Todos nós devemos louvá-Lo
Aclamem a Deus, todas as terras! Cantem louvores à glória do Seu nome, deem glória ao Seu louvor. Salmo 66:1, 2

Louvar a Deus em plenitude e sinceridade de coração é um dever tanto quanto a oração. Devemos mostrar ao mundo e a todos os seres celestiais que apreciamos o maravilhoso amor de Deus à humanidade decaída e esperamos maiores bênçãos de Sua infinita plenitude. Muito mais do que o fazemos, precisamos falar dos capítulos preciosos de nossa experiência.

Depois de um derramamento especial do Espírito Santo, nossa alegria no Senhor e nossa eficiência em Seu serviço aumentariam grandemente ao recontarmos Sua bondade e Suas maravilhosas obras em favor de Seus filhos (PJ, p. 174 [299, 300]).

Que louvor e ações de graças sejam expressos em cânticos. Quando tentados, em lugar de dar expressão aos nossos sentimentos, ergamos pela fé um hino de graças a Deus. […] O canto é uma arma que podemos empregar sempre contra o desânimo (CBV, p. 154, 155 [254]).

“Alegrem-se sempre no Senhor”, exorta o apóstolo Paulo; “outra vez digo: alegremse!” (Fp 4:4). Seja qual for a sua disposição, Deus é capaz de moldála de tal jeito, que ela venha a ser suave e cristã. Pelo exercício da fé viva, vocês podem se desligar de tudo que não está em harmonia com a mente de Deus, trazendo assim o Céu ao seu viver aqui embaixo. Assim fazendo, sempre estarão felizes.

Quando o inimigo procura circundar a alma de trevas, falem de fé, cantem a fé, e vocês descobrirão que cantaram e falaram para si mesmos na luz (CPPE, p. 168, 169 [233, 234]).

“Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!” (Fp 4:4).