Sexta-feira
04 de setembro
Gritem de alegria
Nas tendas dos justos há voz de júbilo e de salvação: “A mão do Senhor faz proezas. A mão do Senhor se eleva, a mão do Senhor faz proezas.” Salmo 118:15, 16

Abrimos para nós mesmos as comportas da infelicidade ou da alegria. Se permitimos que a mente seja absorvida com as aflições e as mesquinharias da Terra, o nosso coração se encherá de incredulidade, sombras e maus pressentimentos. Se fixarmos as afeições nas coisas que são de cima, a voz de Jesus nos falará ao coração, as murmurações serão silenciadas, e os pensamentos aflitivos se dissiparão em louvores ao nosso Redentor. Aqueles que se demoram na grande misericórdia de Deus e não se esquecem dos menores dos Seus dons vão encher o coração de alegria, louvando o Senhor (CPPE, p. 169 [234]).

Que haja cânticos no lar, hinos que sejam suaves e puros, e haverá menos palavras de censura e mais de ânimo, esperança e alegria (Ed, p. 118 [168]).

Em certo sentido, o pai é o sacerdote da família, depondo sobre seu altar o sacrifício matutino e o vespertino. Mas a mulher e os filhos devem unir-se à oração e aos cânticos de louvor. Pela manhã, antes de sair de casa para o trabalho do dia, reúna os filhos em redor de si e, curvando-se perante Deus, entregue-os ao Seu paternal cuidado. Passados os cuidados do dia, reúna-se a família para fazer uma prece de gratidão e cantar hinos de louvor em reconhecimento pelo divino cuidado no decorrer daquele dia (CBV, p. 243 [392, 393]).

“Estas palavras que hoje lhe ordeno estarão no seu coração. Você as inculcará a seus filhos, e delas falará quando estiver sentado em sua casa, andando pelo caminho, ao deitar-se e ao levantar-se” (Dt 6:6, 7).