Quarta-feira
09 de setembro
Cantar afasta a tristeza
Que os santos exultem de glória, e no seu leito cantem de júbilo. Salmo 149:5

Quando compreendemos o sacrifício de Cristo por nós, nossos lábios se sintonizam com os mais elevados e sublimes temas de louvor (CPPE, p. 267 [370]).

A música é muitas vezes pervertida para servir a propósitos maus e, assim, se torna um dos meios mais sedutores de tentação. Mas, se corretamente empregada, é um dom precioso de Deus, destinado a elevar os pensamentos para coisas mais altas e nobres, a inspirar e engrandecer a mente e o coração.

Enquanto viajavam pelo deserto, os filhos de Israel alegravam a caminhada por meio da música de cânticos sagrados. Da mesma forma, Deus convida Seus filhos hoje a alegrar sua vida peregrina. Há poucos meios mais eficazes para fixar Suas palavras na memória do que repeti-las em cânticos. E esses cânticos têm um poder maravilhoso. Poder para subjugar a natureza rude e embrutecida; poder para avivar o pensamento e despertar compaixão, para promover a harmonia de ação e afastar a tristeza e os maus pressentimentos, que destroem o ânimo e debilitam o esforço (Ed, p. 117, 118 [167, 168]).

Por entre as sombras cada vez mais profundas da última e grande crise da Terra, a luz de Deus resplandecerá com maior brilho, e o canto de confiança e esperança será ouvido nos mais claros e sublimes acordes (Ed, p. 117 [166]).

“Firme está o meu coração, ó Deus! Cantarei e entoarei louvores de toda a minha alma. Acordem, lira e harpa! Quero acordar o alvorecer. Eu Te darei graças entre os povos, ó Senhor! Cantarei louvores a Ti entre as nações” (Sl 108:1-3).