Foi Cristo que estendeu os céus e lançou os fundamentos da Terra. Foi Sua mão que suspendeu os mundos no espaço e deu forma às flores do campo. Ele firma os montes por Sua força (Sl 65:6). “Dele é o mar, pois Ele o fez” (Sl 95:5). Foi Ele quem encheu a Terra de beleza e de cânticos o ar (DTN, p. 9, 10 [20]).
Desde o solene ribombar do trovão e o incessante bramir do velho oceano, aos festivos cânticos que fazem as florestas palpitantes de melodia, os milhares de vozes da natureza entoam-Lhe louvor (CBV, p. 256 [411]).
Os pássaros ensinam a suave lição da confiança. Nosso Pai celestial lhes provê alimento; mas eles devem recolhê-lo, construir o ninho e criar a prole. A todo instante estão expostos a inimigos que procuram destruí-los. Entretanto, vejam como prosseguem animadamente com seu trabalho! Como são repletos de alegria seus cantos singelos! (Ed, p. 82 [118]).
“Tremem os habitantes das terras distantes diante das Tuas maravilhas; do nascente ao poente despertas canções de alegria. […] Fartura vertem as pastagens do deserto, e as colinas se vestem de alegria” (Sl 65:8, 12).