Quando a luz de Cristo brilha no coração, os lábios se enchem de louvor e ação de graças a Deus (MDC, p. 58 [80]). Os dons que o evangelho oferece não são para uma pessoa se apoderar deles furtivamente, nem fruí-los em segredo. “‘Vocês são as Minhas testemunhas’, diz o Senhor. ‘Eu sou Deus’” (Is 43:12). Nossa confissão de Sua fidelidade é o meio escolhido pelo Céu para revelar Cristo ao mundo (CBV, p. 51 [100]).
As bênçãos diárias que recebemos das mãos de Deus e, acima de tudo, a morte de Jesus para trazer a felicidade e o Céu ao nosso alcance devem ser objeto de gratidão constante. Que compaixão, que amor incomparável Deus demonstrou a nós, pecadores perdidos, aproximando-nos Dele, para que Lhe fôssemos um tesouro particular! Que sacrifício foi feito por nosso Redentor, para que pudéssemos ser chamados filhos de Deus! Devemos louvar a Deus pela bem-aventurada esperança que nos oferece no grande plano da redenção; devemos louvá-Lo pela herança celestial e por Suas abundantes promessas; louvá-Lo pelo fato de que Jesus vive para interceder por nós (PP, p. 240 [289]).
Com uma […] tão gloriosa esperança, redenção tal como essa que Cristo comprou para nós com Seu sangue, ficaremos calados? Não louvaremos a Deus também com alta voz como os discípulos quando Jesus viajava para Jerusalém? Não é nossa perspectiva muito mais gloriosa do que a deles? Quem ousaria então proibir-nos de glorificar a Deus, com o mesmo alto clamor, quando temos tal esperança, cheia de imortalidade e repleta de glória? (PE, p. 117 [110]).