O levantamento do altar para o sacrifício diário alegrou muito o fiel remanescente. Entregaram-se de coração à preparação necessária para a reconstrução do templo, ganhando ânimo à medida que esses preparativos progrediam mês após mês. […] Com antecipada alegria, olhavam para o tempo em que, com o santuário reconstruído, poderiam contemplar o brilho de Sua glória vindo do interior. […]
Em pouco tempo, a obra chegou ao ponto em que a pedra fundamental devia ser colocada. Isso foi feito na presença de milhares que haviam se reunido para testemunhar o progresso da obra e manifestar a expressão de sua alegria, tomando parte nela. Enquanto a pedra fundamental estava sendo posta em sua posição, o povo, acompanhado pelas trombetas dos sacerdotes e pelos címbalos dos filhos de Asafe, cantava “responsivamente, louvando e dando graças ao Senhor, com estas palavras: ‘Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel’” (Ed 3:11) (PR, p. 325, 326 [562, 563]).
“Entre eles também nós todos andamos no passado, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossas transgressões, nos deu vida juntamente com Cristo – pela graça vocês são salvos” (Ef 2:3–5).