Vi em visão dois exércitos em luta terrível. Um deles ostentava em suas bandeiras as insígnias do mundo; guiava o outro a bandeira ensanguentada do Príncipe Emanuel. Bandeira após bandeira era arrastada no chão, à medida que grupo após grupo do exército do Senhor se juntava ao inimigo e grupo após grupo das fileiras do adversário se unia ao povo de Deus que guarda os mandamentos. […]
O combate prosseguia. A vitória ia alternadamente de um para outro lado. Às vezes os soldados da cruz cediam terreno, “como quando desmaia o porta–bandeira” (Is 10:18, ARC). Mas a sua retirada aparente era apenas para conquistar posição mais vantajosa.
Ouviram-se aclamações de alegria. Ressoou um cântico de louvor a Deus, e a ele se uniram as vozes angélicas, quando os soldados de Cristo hastearam Sua bandeira sobre os muros da fortaleza, até então em poder do inimigo. O Príncipe de nossa salvação estava dirigindo a batalha e enviando reforços para Seus soldados. Seu poder se manifestava grandemente, encorajando-os a levar o combate até os limites. Ele lhes ensinou coisas importantes em justiça, enquanto passo a passo os guiava, vencendo e para vencer (T8, p. 36 [41]).
“Não tenham medo deles, porque o Senhor, o Deus de vocês, é o que luta por vocês” (Dt 3:22).