A Festa dos Tabernáculos era a última reunião do ano. Era desígnio de Deus que, nessa ocasião, o povo refletisse em Sua bondade e misericórdia. […]
Iam de toda parte, levando consigo uma demonstração da alegria que os motivava. Idosos e jovens, ricos e pobres, todos levavam alguma dádiva como tributo de gratidão Àquele que lhes coroara o ano com Sua bondade e lhes dera fartura (Sl 65:11). Tudo o que podia alegrar a vista e expressar o contentamento geral era levado das matas; a cidade parecia uma bela floresta. […]
Aos primeiros raios da aurora, os sacerdotes emitiam um longo e estridente som com suas trombetas de prata. Em resposta, outras trombetas eram tocadas, e as alegres aclamações do povo instalado em suas cabanas ecoavam por montes e vales, saudando o dia da festa (DTN, p. 356, 357 [447, 448]).
O templo era o centro da alegria geral. Ali havia a pompa das cerimônias sacrificais. Ali, em fileira, de ambos os lados dos degraus de mármore branco do sagrado edifício, o coro dos levitas conduzia o serviço de cântico. A multidão dos adoradores, agitando ramos de palma e murta, unia sua voz aos acordes e repetia o coro; e novamente a melodia era cantada por vozes próximas e distantes, até que as colinas ao redor ressoavam o louvor (DTN, p. 357 [448]).
“Todos vocês, habitantes do mundo, os moradores da terra, olhem bem quando a bandeira for levantada nos montes. Quando a trombeta soar, escutem!” (Is 18:3).