As palavras de ânimo e coragem dirigidas quando a pessoa está doente e sem ânimo são consideradas pelo Salvador como ditas a Ele próprio. Ao serem os corações reconfortados, os anjos celestiais contemplam a cena com satisfeito reconhecimento (CBV, p. 88 [159]).
A graça de Cristo deve reger o temperamento e a voz. Sua atuação será vista na polidez e terna consideração manifestada de irmão para com irmão, em palavras bondosas e encorajadoras (PJ, p. 52 [102]).
É necessário que se dê ênfase à influência da mente sobre o corpo, e vice–versa. […] O efeito deprimente e mesmo destrutivo da ira, do descontentamento, do egoísmo e da impureza; e, do outro lado, o maravilhoso poder vivificante que se encontra no bom ânimo, no altruísmo e na gratidão também devem ser apresentados. […]
As Escrituras dizem que “palavras agradáveis” são não somente favos de mel “para a alma”, mas também “remédio para o corpo” (Pv 16:24) (Ed, p. 138, 139 [197]).
“Digo a vocês que, no Dia do Juízo, as pessoas darão conta de toda palavra inútil que proferirem; porque, pelas suas palavras, você será justificado e, pelas suas palavras, você será condenado” (Mt 12:36, 37).