A vida de uma jovem estudante me ensinou profundas lições. Quando ainda era pequena, seus pais perceberam que ela manifestava uma limitação. Enquanto outras crianças da mesma idade podiam se comunicar facilmente, seu vocabulário se resumia a oito palavras. Depois de avaliá-la cuidadosamente, um grupo de especialistas recomendou que os pais não a matriculassem no programa regular da educação básica, pois ela não conseguiria terminá-lo. Em vez disso, sugeriram que fosse matriculada em um programa de educação especial, com expectativas reduzidas. Os pais, depois de muito pensar e orar, decidiram matriculá-la no curso regular. Mas os especialistas estavam certos. Depois de dois anos, os pais viram que, apesar de seu esforço e do empenho de seus professores, a confiança de sua filha havia despencado. Um dia, ela disse à mãe: “Não sirvo para a escola.”
Depois de orar muito, a mãe decidiu educá-la em casa. Ali aconteceu um milagre. No início, a menina levava de oito a dez horas para terminar seus trabalhos escolares todos os dias. Mas a atmosfera do lar a favoreceu. Sem pressa, competição ou distrações, ela encontrou um método para estudar. Três meses depois, disse à mãe: “Estou ficando cada vez mais esperta.” A menina estudou assim por vários anos até que foi diretamente para a universidade. Em 2020, ela se formou com louvor nos programas de Arqueologia e Francês da Universidade Andrews e recebeu uma bolsa integral para o programa de mestrado na Universidade Cornell, uma das 20 melhores dos Estados Unidos. Hoje ela é estudante bolsista integral com doutorado na Universidade de Nova York e é fluente em inglês, espanhol e francês. Também lê hebraico bíblico, hebraico moderno, grego, latim e acadiano, e está aprendendo alemão!
Às vezes, enfrentamos dificuldades que impedem nosso crescimento. Nessas circunstâncias, precisamos ser perseverantes, aprender a aprender e saber que, para Deus, nada é impossível.