Segunda-feira
14 de setembro
Liberdade do pecado e da morte
Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me agrado; escutem o que Ele diz!” Mateus 17:5

Há alguns dias, comentei que o caminho para a glória é o caminho estreito da cruz. A transfiguração ilustra isso de maneira impressionante. Os discípulos estavam desanimados pela descrição que Jesus fez de Seu sofrimento. Certamente, eles estariam ainda mais abatidos quando vivenciassem o que Ele havia anunciado. Não estavam preparados para suportar uma dor tão grande.

Com o propósito de prepará-los para o trauma da cruz, Jesus permitiu que Pedro, Tiago e João O acompanhassem até o alto do monte, onde Ele foi transfigurado. Ali, ouviram a voz de Deus que proclamava novamente: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me agrado” (Mt 17:5). O mesmo anúncio havia sido feito no batismo de Cristo. Quando somos batizados, embora não vejamos a pomba nem escutemos a voz, não há dúvida de que o Senhor Se agrada de nós e nos faz Seus filhos e Suas filhas.

Os filhos não são escravos. Jesus explicou aos discípulos que os filhos de Deus são livres. João relatou um diálogo no qual Jesus expressou essa mesma ideia: “‘Se vocês permanecerem na Minha palavra, são verdadeiramente Meus discípulos, conhecerão a verdade, e a verdade os libertará.’ Eles responderam: ‘Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de ninguém. Como você pode dizer que seremos livres?’ Jesus respondeu: ‘Em verdade, em verdade lhes digo que todo o que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, fica para sempre. Se, pois, o Filho os libertar, vocês serão verdadeiramente livres’” (Jo 8:31-36).

A liberdade que Jesus oferece, além de nos libertar do pecado, também nos liberta da morte eterna. Paradoxalmente, é somente quando aceitamos a cruz de Cristo que encontramos a verdadeira liberdade. Ao reconhecermos a autoridade Daquele a quem desejamos servir e obedecer, descobrimos o segredo da liberdade. O ser humano só é verdadeiramente livre quando se submete à autoridade de Deus e obedece à Sua santa lei, chamada “lei da liberdade” (Tg 2:12). Você está experimentando essa realidade?