Sexta-feira
18 de setembro
A BOLSA PERDIDA
Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma delas, não acende a lamparina, varre a casa e a procura com muito empenho até encontrá-la? Lucas 15:8

Sinceramente, não lembro exatamente o que fiz com minha bolsa naquela tarde estressante, quando saímos de um restaurante em Cleveland, Tennessee. Só sei que, enquanto meu marido dirigia, de repente percebi que minha bolsa, com meu celular e todos os meus cartões de crédito e débito, havia sumido. Depois de avisar meu marido, ele verificou seu celular, e o aplicativo Find My Friends estava ativado e indicando a localização do meu telefone.

Em oração, seguimos o ponto que se movia no mapa, até que ele parou em um prédio com o aviso “Proibido Entrar” no portão fechado: era um centro de coleta de lixo. Chamamos a polícia, e o oficial Lawson atendeu ao chamado e usou o celular do meu marido para tentar localizar o meu. Ele cavou, incansavelmente, em meio ao lixo encharcado pela chuva, mas não encontrou o telefone. Decidimos desistir, pois sabíamos que telefones podem ser substituídos.

Logo soubemos que minha bolsa havia sido encontrada por um limpador de ruas, Roy Stinnett. Ele a encontrou dentro de seu equipamento de limpeza, pendurada em um gancho, ainda fechada! Quando um funcionário do serviço público me devolveu a bolsa, ela estava desgastada, como se tivesse passado por um ciclone, mas tudo dentro estava intacto: dinheiro, cartões de crédito e débito. Porém o telefone não estava lá. Na manhã seguinte, Roy, o funcionário que havia encontrado a bolsa, voltou ao centro de coleta com a firme intenção de encontrar o telefone e, com a ajuda de um colega, finalmente conseguiu. Nossa filha recuperou o telefone para mim. Embora com a tela rachada, ele ainda funcionava!

Quando me lembro de como Deus respondeu às nossas preces e da honestidade, compaixão e dedicação desses funcionários em suas tarefas diárias, fico me perguntando: Será que cumprimos nossas responsabilidades com a mesma dedicação que Deus espera de nós? Afinal, não estamos apenas procurando uma bolsa ou um telefone perdido; estamos buscando almas perdidas!

Jeannine Fuller