O suntuoso edifício que Salomão e seus homens construíram para Deus e Seu culto era de insuperável beleza e inigualável esplendor. Adornado de pedras preciosas, cercado por espaçosos átrios com magnificentes vias de acesso, revestido de cedro lavrado e ouro polido, a estrutura do templo, com suas cortinas bordadas e belo mobiliário, era um excelente símbolo da igreja viva de Deus na Terra, a qual tem sido edificada no decorrer dos séculos segundo o modelo divino, com material comparado ao “ouro, prata” e “pedras preciosas” (1Co 3:12), “colunas, esculpidas para um palácio” (Sl 144:12) (PR, p. 19, 20 [36]).
Então o rei e o povo ofereceram sacrifícios perante o Senhor. “O rei e todo o povo consagraram a Casa de Deus” (2Cr 7:5). Durante sete dias as multidões de todas as partes do reino, “uma grande congregação, desde a entrada de Hamate até o rio do Egito” (v. 8), celebraram uma alegre festa. A feliz multidão dedicou a semana seguinte à celebração da Festa dos Tabernáculos. Quando terminou o tempo de reconsagração e júbilo, o povo retornou aos seus lares, alegre “e de coração contente por causa do bem que o Senhor tinha feito a Davi, a Salomão e a Israel, Seu povo” (v. 10) (PR, p. 24 [45]).
“Todos os filhos de Israel, vendo descer o fogo e a glória do Senhor sobre o templo, se inclinaram com o rosto em terra sobre o pavimento, adoraram, e louvaram o Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (2Cr 7:3).